Na crise, mercado internacional é opção para as pequenas empresas

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Dólar alto – como está atualmente – é ótimo para as empresas que vendem para o exterior: o produto nacional fica com preço atrativo lá fora e atrai mais compradores. Contudo, as vantagens de exportar vão além de aproveitar o câmbio favorável. Cruzar as fronteiras significa diversificar mercado e, principalmente, dar um salto de competitividade ao negócio.

“Toda empresa deveria pensar em exportar.” Assim a consultora do Sebrae-SP Angelica Posadas começa a explicar para o dono de um pequeno negócio os aspectos positivos da exportação.

Para exportar, a empresa tem de se preparar para atender aos padrões internacionais. Isso a torna mais competitiva, com reflexos também no mercado interno e no posicionamento da marca, melhorando a imagem do negócio frente a clientes, fornecedores e bancos.

“A empresa que entra em uma trilha exportadora, automaticamente ganha competitividade por ter de adequar seu produto às demandas externas como embalagem e certificações, por exemplo”, diz Angelica.

A consultora reforça que a motivação para internacionalizar o empreendimento não deve estar limitada à cotação favorável do dólar. Segundo ela, o comércio exterior deve ser encarado como se fosse a abertura de uma nova empresa com planejamento e estrutura próprios, independentemente do câmbio.

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