Mais de 137 pessoas são mortas em massacre no Níger; cristãos temem onda de perseguição

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No último domingo (21), homens armados em motocicletas atacaram três aldeias na região de Tahoua, no Níger, deixando 137 mortos. O massacre foi atribuído a filiados do Estado Islâmico e considerado o pior na história do país.

As aldeias de Intazayene, Bakorat e Wistane foram alvo do ataque terrorista. De acordo com o relato das autoridades locais, os criminosos chegaram atirando “em tudo o que se movia”. Os vilarejos estão localizados na região oeste do Níger, perto da fronteira com o Mali, um local conhecido por ataques jihadistas.

“Ao tratar as populações civis sistematicamente como alvos agora, esses bandidos armados deram um passo adiante no horror e na brutalidade”, disse o porta-voz do governo Zakaria Abdourahamane em comunicado na televisão pública na segunda-feira. Em menos de uma semana atrás, o governo já tinha anunciado outro ataque que matou 66 pessoas.

O extremismo islâmico tem crescido no país e comunidade cristã minoritária na nação teme que a perseguição violenta contra cristãos aumente consideravelmente no Níger.

Segundo o governo, medidas de segurança serão reforçadas e uma investigação será aberta para encontrar os autores do ataque.

Segundo dados divulgados pelas Nações Unidas (ONU) em dezembro de 2020, o Níger está na última posição do ranking mundial do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com o índice de 0,394.

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