Juntando os DESTROÇOS: Como os INVESTIGADORES analisam um ACIDENTE?



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No vídeo de hoje fomos visitar um laboratório de destroços no CENIPA, e mostramos o processo de reconstrução dos destroços de uma aeronave para investigar os fatores contribuintes da queda. Essa minuciosa tarefa é essencial para conduzir uma investigação detalhada e levantar dados da ocorrência para que futuros acidentes do tipo sejam evitados.

Equipe Aero:
Apresentação e Direção Geral: Fernando De Borthole
Produção Executiva: Gisella Depiné Poffo
Operador de Câmera: Vitor Henrique
Arte de Capa: Amanda Liz / Fernando De Borthole
Edição e finalização: Pedro Lerner

O canal Aero, Por Trás da Aviação tem o objetivo de desmistificar o universo da aviação, de forma leve e descontraída, para aproximar o público dessa área tão curiosa. É apresentado por Fernando De Borthole, piloto privado há 20 anos.
Aero Por Trás da Aviação
https://www.youtubepp.com/watch?v=0otHXFGSPH0

FONTE ORIGINAL DO VÍDEO

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30 comentários em “Juntando os DESTROÇOS: Como os INVESTIGADORES analisam um ACIDENTE?”

  1. Fernando. O que acontece quando, digamos, uma roda do avião ou o motor se desprende e estes causam danos ou vítimas? Como é feita a indenização ? Como se analisa estes casos? E uma outra pergunta: Um avião sai do Brasil para A Austrália, digamos. Se o avião abastece por lá ou nas escalas, como chega a fatura até a companhia? Como funciona este tipo de acordo de abastecimento?

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  2. Boa tarde a todos, vi um acidente aéreo de perto, sei o quanto é trabalhoso e muito complexo, são tantas peças do avião a serem catalogadas e estudadas até chegarem a uma conclusão de quase ,ou 100% de conclusão

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  3. Nao entendi por que razão um civil iria fazer um curso do Cenipa se não pode trabalhar como investigador. Talvez seja direcionado para pilotos e/ou pessoal civil que atua em Aviação ou órgão/departamentos/autoridades estaduais que podem vir a ajudar em alguma investigação e não para os curiosos de plantão ou fãs do Mayday….

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  4. Este P-16 caiu logo após a decolagem em Salvador-BA em 1988, pois seu leme de direção vertical perdeu o controle hidráulico e travou todo comandado para um dos lados, fazendo que fosse perdido o controle do vôo. Vi seus destroços naquela base, pois passamos por lá uns poucos dias após. Incrivelmente nao houve vítimas fatais, pois sua destruição foi profunda.

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