16 Histórias um pouco constrangedoras da nossa equipe, mas muito engraçadas

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Algumas vezes podemos passar por algumas situações em que estávamos desatentos e foram um pouco vergonhosas, mas que, no fundo, levamos para o lado bom da vida. E compartilhamos isso de forma divertida com nossos amigos e familiares.

Por isso, hoje a equipe do Incrível.club apresenta as melhores histórias pelas quais já passou, para descontrair você, nosso leitor. Afinal, nada melhor do que rir um pouco e se identificar com algo que todo mundo já experimentou alguma vez na vida, certo? Vem conferir conosco.

  • Sabe o desespero das mães que descobrem, cinco minutos antes de a criança ir para a escola, que ela precisa de “cartolina”? Então, eu era essa criança e sempre avisava tudo em cima da hora. No Dia das Bruxas, avisei 10 minutos antes de ir para a aula que precisava de uma fantasia típica de Halloween. A minha mãe — coitada — ficou desesperada e pegou a única coisa que viu em casa: um uniforme de jogador de futebol americano do meu irmão, que é 10 anos mais velho. Nem preciso dizer que fiquei ridícula: a camiseta virou um vestido, o capacete era várias vezes maior que o tamanho da minha cabeça e as ombreiras… melhor nem comentar. Fiquei olhando para a minha mãe, sem entender, e ela disse que “era assim que funcionava nos Estados Unidos, todo mundo se vestia do que queria”. Achei estranho, mas aceitei. Quando cheguei na escola, todas as outras meninas estavam vestidas bem fofas de bruxinhas — claro! — e eu lá… de jogador-de-futebol-americano. Todos os olhares se voltaram para mim e ninguém entendeu nada. E para piorar a minha vergonha: as professoras fizeram a gente ir de sala em sala pedindo “doçuras ou travessuras” e em TODA classe que a gente parava as professoras elogiavam todas as meninas e olhavam para mim e diziam: “do que você está vestida?”. Eu morro de vergonha dessa história e minha família chora de rir até hoje. — Leticia
  • Quando tinha 7 anos, fiquei apaixonada por uma saia plissada rosa, virou praticamente parte do meu corpo. Um dia estava no aniversário de uma amiguinha, precisei ir ao banheiro e, quando voltei, percebi que muitas pessoas estavam reparando em mim. Me senti a criança mais linda e divertida da festa. O problema foi que as pessoas estavam olhando muito porque eu havia prendido a parte de trás da saia na roupa de baixo e deixado “tudo de fora”. Eu não tinha ideia do que estava rolando, corria feito uma gazela e me sentia uma lady de saia plissada. — Kamila
  • Eu faço aniversário no dia 2 de novembro, acho que ia fazer seis ou sete anos, minha mãe comprou um bolo de última hora, mas não achou um legal para criança, pois era dia de finados. Então meu bolo foi de pão de ló. Ela tinha convidado crianças da escola e da vizinhança, mas morávamos em um sítio, então todos ficavam longe uns dos outros. Como quase sempre acontece, no dia 2 choveu, ninguém foi e passamos a semana comendo aquele pão de ló horrível. — Cláudia
  • Quando eu era criança, fui a uma festa junina com minha irmã e uma amiga dela. Enquanto eu aproveitava as comidas típicas, aconteceu a dança da quadrilha. Não dei muita atenção a esse momento. Um pouco depois, minha irmã me comunicou que havia um padre naquela festa e que era fundamental cumprimentá-lo. Eu era muito tímida, mas, vencida pelo peso na consciência, fui até ele em meio a tantas pessoas. Enquanto o padre conversava e comia pipoca, pedi licença e estendi minhas mãos. Ele, todo surpreso, limpou as mãos sujas de pipoca na batina e me cumprimentou. Agradeci. Quando olhei para trás, minha irmã e a amiga dela estavam roxas de tanto rir. Perguntei o motivo e elas me disseram que eu tinha acabado de cumprimentar um padre de “mentirinha”. Ele era um dos personagens da dança da quadrilha. — Dayse
  • Antes de ir para o meu segundo dia de trabalho no meu antigo emprego, fui jogar o lixo fora, a porta bateu e fiquei trancada para fora de casa. Sem celular, sem chave, sem bolsa. Nada. Como estava atrasada e era novata, decidi ir “assim mesmo” para o trabalho. Só tinha um problema: eu estava de pijama. A sorte é que era inverno aqui em Portugal e eu estava de sobretudo. Resultado: fiquei o dia todo de sobretudo, morrendo de calor no aquecimento do escritório, só para não descobrirem que eu estava de pijama. Queria morrer por dentro, e não conhecia ninguém direito ainda para falar o que estava acontecendo. Aposto que todos me acharam muito estranha por não tirar o casaco e estar suando — mas hoje minhas ex-colegas riem bastante da situação. — Leticia
  • Quando eu era adolescente, estava em uma festa com a minha irmã mais nova, ela quis ir embora, e eu fiquei lá com um “namoradinho”. Nós tínhamos ido de bicicleta e as colocamos no mesmo cadeado. Ela foi embora, mas tínhamos combinado que ela esconderia a chave embaixo do banco da bike para eu pegar a minha. Mas ela foi para casa com a chave porque estava emburrada. Conclusão: tive que ir embora a pé, buscar a chave e voltar para pegar a minha bicicleta. — Cláudia
  • Teve uma vez em que coloquei minha bicicleta amarrada com cadeado em um poste, fui trabalhar e, quando voltei, alguém tinha batido no poste e deixou a roda da minha bike entortada na forma desse poste. Eu estava muito cansada, então sentei e chorei antes de pensar no que iria fazer. — Cláudia
  • Decidi ir a um restaurante e fui de carona com os amigos. Ao fechar a conta, fui na frente por algum motivo. Abri a porta do carro. Me sentei, fechei a porta e disse “bora nessa, galera” na maior empolgação. Quando olho para os lados, tem três pessoas estranhas espremidas do meu lado me olhando, e meus amigos do lado de fora rolando de rir. Sim, entrei no carro errado, hahaha (mas era o mesmo modelo, mesma cor, etc.). — Guilherme
  • Estava com alguns amigos conversando em pé na calçada quando minha mãe me ligou. Atendi, conversei um pouco com ela e, de repente, vi um guarda de trânsito vindo em minha direção. Escondi o celular no bolso (?). Claro que todos riram da minha cara. Sem entender nada, e para fechar com chave de ouro, me expliquei: “Eu estava com medo de levar multa”. Porque faz super sentido você não poder falar no telefone em pé na calçada, né? Na minha cabeça, eu estava dirigindo e infringindo alguma lei… — Camila
  • Um dia em que eu fui trabalhar e estava com muita fome. Não tinha tomado café da manhã e o horário de almoço ia demorar. Senti que minha barriga começou a dar aquela “roncadinha” básica… até aí tudo bem. Mas os barulhos só aumentavam e meu chefe foi se aproximando e, o pior, ainda trazia um fornecedor com ele. O local era pequeno e tudo estava silencioso. Só se ouvia meu chefe e o fornecedor conversando, e eu estava ali ao lado. De repente, minha barriga deu um ronco tão alto que só faltou falar. Não sabia onde enfiar a minha cara. Eles disfarçaram e continuaram a conversa. Quando o fornecedor foi embora, meu chefe me deu umas moedas e disse para eu ir até a padaria comprar uns pães para comer. Não neguei. Dois pães depois, minha barriga “amansou”. — Dayse
  • Eu sempre fui muito branquinha e, quando era mais nova, isso me incomodava DEMAIS. Eu fazia de tudo pra ficar bronzeada, mas confesso que nunca tive muita paciência pra ficar no sol, queria brincar, correr, nem lembrava do sol direito. Em todo caso, depois das férias de janeiro, primeiro dia de aula da 4a série lá estava eu, branca feito papel… e todo mundo bronzeado. Cheguei em casa e tive uma ideia brilhante: passar autobronzeador no rosto. Acontece que:
    1. Eu não sabia passar;
    2. Minha mãe não podia ver (era dela);
    3. Eu achei que lavando, saía.
    Então, acordei mais cedo no outro dia, coloquei o autobronzeador na mochila e fui para a escola. Cheguei lá, me enfiei no banheiro e comecei a obra de arte. Nem preciso dizer como ficou… além de ter ficado um horror, eu decidi, inteligente que sou, que só ia passar no rosto. Conclusão: fiquei amarelada (meio marrom), toda manchada, não consegui tirar aquela coisa nos três dias seguintes (e olha que lavei, hein), precisei explicar para a minha mãe o que havia acontecido e, óbvio, fui muito zoada. — Camila
  • Mesmo com muitos ensaios, a apresentação do meu trabalho de conclusão de curso não saiu como esperado. Minha orientadora, na melhor das boas intenções, me emprestou um laser pointer para me auxiliar a apontar coisas nos slides. Tentei disfarçar meu nervosismo, mas o aparelho me denunciou. Simplesmente deixei o laser acionado durante toda a apresentação e, enquanto gesticulava, o feixe de luz ia para todos os lados da sala, inclusive nas pessoas que estavam assistindo. Virei quase o “Darth Vader”, mas a diferença era que eu não sabia operar o meu “sabre de luz”. O detalhe é que em nenhum momento vi o tal laser… estava “passada” de tensão. Ao final da apresentação, uma professora me avisou sobre o laser e todos caíram na risada (e eu só queria fugir dali). — Dayse
  • Quando o vale-transporte ainda era de papel, eu destacava tudo e deixava em uma carteirinha, tudo separado para não ficar sem no fim do mês. Quando fui pegar algo na bolsa, a carteira caiu de lado em cima de um bueiro, e quando o ônibus passou ao lado o vento jogou a bolsinha para dentro do bueiro. Eu com vergonha de pegar, mas era a passagem de pelo menos um mês, então tentei pescar, isso na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, a rua mais movimentada de um bairro chique do Rio. Em menos de cinco minutos tinha um monte de gente tentando me ajudar até que um moço conseguiu. Agradeci a todos e atravessei a rua com vergonha até o fundo da alma. — Cláudia
  • Estava passeando com meu ex-marido em uma loja muito movimentada e nos separamos por alguns instantes para olhar coisas diferentes. Pela minha visão periférica, sem tirar os olhos de uma prateleira cheia de eletrodomésticos, agarrei a mão de um homem que tinha o mesmo porte e estava vestido com uma camisa de tom parecido com a do meu ex. Nem conferi, e fui levando pela mão o homem errado, que ainda DEU ALGUNS PASSOS COMIGO, coisa de alguns segundos. Quando tirei os olhos da prateleira e olhei para o lado, lá estava um homem totalmente desconhecido e com cara de HORROR. Larguei a mão dele e não consegui dizer nada, simplesmente saí voando dali para procurar o “original”. Fiquei tão nervosa e tão envergonhada que não conseguia passar as coisas no caixa, tremia de vergonha. Contei para o meu ex, depois, que disse que eu realmente estava muito vermelha quando nos encontramos. — Juliane
  • Uma clássica é que meu filho quando era criança não comida de tudo, como qualquer menino de 5 ou 6 anos. Fomos visitar uma vizinha e papo vai, papo vem, ela foi dar lanche para as crianças e perguntou se meu filho comia biscoito de maizena. Eu disse que não, e ele que sim. Comeu um monte, sendo que em casa deixava estragar. Me lembro que minha tia não comia bolo de fubá, e fez a mesma coisa com a minha vó, comeu bolo de fubá da vizinha. Minha avó fez um tabuleiro de bolo e a fez comer tudo para nunca mais fazer com que ela passasse vergonha… nunca entendi tanto a minha avó. — Cláudia
  • Eu tinha meus 12 anos e fui a um aniversário de uma colega. A turma inteira estava lá, e a cena é aquela clássica de festa infantil de garagem: cadeiras espalhadas por todos os lados, balões, salgadinhos e copos de refrigerante esparramados. Eu, vaidosa que só, fui de saia bege muito claro e uma blusinha rosa. Estava ME ACHANDO. Já estavam servindo o bolo, eu levantei para pegar mais refrigerante e interagir. Acontece que alguém havia pegado um pratinho com uma fatia de bolo e largou em cima da cadeira onde eu estava sentada e para onde voltei. Quando sentei, senti um “PLOFT” de algo sendo esmagado… infelizmente, era o que eu mais temia, um pedaço de bolo com muito merengue rosa. Contei para a minha amiga sentada ao lado e pedi segredo (o que não durou muito tempo), e ela simplesmente chorou de rir da situação. Fui escondendo a “retaguarda” até o banheiro para tentar amenizar o estrago, a sorte é que levei um casaquinho. Inesquecível. — Juliane

Qual foi a situação mais constrangedora (mas ainda assim engraçada) pela qual você já passou? Conte para a nossa equipe na seção de comentários. 😉

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