SP vai pedir que Ministério da Saúde amplie intervalo da 2ª dose da Coronavac

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O governo de São Paulo e o Instituto Butantan vão encaminhar, nesta quarta-feira, 27, uma consulta ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, para que seja ampliado o intervalo máximo de aplicação entre a primeira e a segunda dose da Coronavac para até 40 dias.

A recomendação da bula do imunizante e do próprio PNI é de que essa vacinação ocorra em intervalo entre 14 e 28 dias. Apesar disso, o diretor do Butantan, fabricante da vacina contra a covid-19, Dimas Covas, disse que dentro dos estudos clínicos houve a aplicação em um intervalo de até 40 dias e que não se mostrou prejuízo à imunidade dos voluntários.

“O prazo pode ser estendido por até 15 dias, sem prejuízo algum. Alguns casos no estudo mostraram que não teve problema na imunização. Não tem justificativa ética para guardar a vacina. E acho que temos todas as condições de atendermos”, disse Dimas Covas em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 27.

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