RESENHA | Filme: The Map of Tiny Perfect Things

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The Map of Tiny Perfect Things é aquele filme que você assiste despretensiosamente e te traz uma sensação boa, mesmo em meio a previsibilidade

Ficha Técnica

Título: The Map of Tiny Perfect Things
Ano de Produção: 2021
Dirigido Por: Ian Samuels
Estreia: 12 de fevereiro de 2021
Duração: 1h38
Classificação: 12 anos
Gênero: Comédia, Romance
País de Origem: EUA
Sinopse: Dois jovens, presos revivendo um mesmo dia, resolvem tirar o melhor da situação e viver o máximo de coisas boas que aconteceram nele, sejam elas pequenas ou grandes.

 

The Map of Tiny Perfect Things, de Ian Samuels, não é nem de longe tão ousado, engraçado ou atencioso quanto outros filmes de personagens preso no tempo. Ele fica bem dentro do escopo do conto de livros jovem adultos, pois se maravilha com os pequenos prazeres que tornam suportável reviver um único dia infinitamente. Kyle Allen e Kathryn Newton equilibram energias bem como o garoto que acha que encontrou sua namorada perfeita e a garota cujos segredos mantêm o romance à distância.

A marca de Allen entra na história como um espertinho que viveu tantas iterações no mesmo dia que praticamente pode brincar de Deus. Ele enfurece sua irmã Emma (Cleo Fraser) no café da manhã por saber quais são as críticas dela antes de ela os servir; ele anda de bicicleta pelo centro da cidade evitando acidentes antes que eles ocorram e dando instruções a uma estranha bonita (Anna Mikami) antes que ela diga aonde está tentando ir.

O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas': loop temporal e altruísmo

Suas energias estão atualmente direcionadas para conquistar aquele estranha, tentando todas as variedades de encontros fofos que ele pode criar, até agora sem sucesso. Um dia, uma chave inglesa se joga no cenário: A Margaret (Newton) é um mistério no início, correndo pelos cenários que Mark conhece de cor e fugindo antes que ele possa perguntar quem ela é. Mas depois de vários dias de tentativas, ele a rastreia e confirma que ela também está ciente da “anomalia temporal”. Mas ela não tem nenhuma necessidade urgente de compartilhar a experiência e educadamente tenta afastá-lo.

“Eu sei que você tem que ir, mas você realmente precisa ver isso”, insiste Mark, arrastando Margaret para que ela possa testemunhar um pouco de pastelão na calçada que é engraçado o fato de ele ter voltado para ver mais e mais. Há mais de onde isso veio: Mark tem mantido uma lista mental de eventos inesperados e pequenas alegrias – como a dança de comemoração que uma senhora faz quando ganha nas cartas. Logo, ele convence Margaret de que os dois deveriam reuni-los, vasculhando a cidade metodicamente para fazer o mapa homônimo do filme. É possível que, se eles testemunharem todos os presentes que o universo deu neste dia infinitamente repetitivo, eles terão permissão para partir para o amanhã?

Ficha Técnica | The Map of Tiny Perfect Things (Original Prime Video) -  Entreter-se

The Map of Tiny Perfect Things é um pouco mais complicado do que isso, e o roteiro de Lev Grossman se baseia em um mecanismo bem bobo e insatisfatório para desvendar os mistérios da quarta dimensão. Ele está em um terreno mais sólido antes e depois, no entanto, nos fazendo adivinhar os motivos da falta de vontade de Margaret em transformar essa nova amizade em um romance. Aonde ela vai todas as noites quando um homem misterioso chamado Jared liga para o telefone dela? Por que ela revela tão pouco sobre sua vida pessoal?

Por mais atento que seja aos eventos locais, Mark não se preocupa muito com aspectos do mundo que não o afetam diretamente. Sessões diárias de videogame com seu melhor amigo (Jermaine Harris), como consultas de terapia com um médico cuja memória é apagada no final de uma hora, permitem que ele trabalhe suas frustrações enquanto revela o quão cego ele pode ser. O roteiro tece essa falha do personagem em ação sutilmente, permitindo que o crescimento de Mark mude o comportamento do filme de uma forma que é tão inteligente quanto sua farsa de física do espaço-tempo é planejada. Talvez a ciência seja a chave para fazer o mundo girar novamente, talvez o caráter. Mas há poucas dúvidas de que, quando o calendário começar a clicar no futuro, Mark estará menos preso em sua própria cabeça.

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