Política economica é sempre primeiro política, depois econômica. Sempre.

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Política economica é sempre primeiro política, depois econômica. Sempre.

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Ontem, o mundo acabou mais uma vez no mercado e no noticiário. E mais uma vez, em algum momento, o mundo voltará e a histeria se dissipará. O Brasil nunca acabou, mas as histerias sempre passaram.

O gatilho para a síndrome do pânico, desta vez, foi o anúncio do governo de que iria criar mecanismos contábéis, digamos, de seu ferramental criativo para bancar o “Renda Cidadã”. O mercado surtou, a imprensa idem, mas a questão objetiva a precificar é: existe alternativa melhor – é viável – do ponto de vista polícia e econonico ao que o que está aí?

Vamos começar pelo fim, avaliando questões específicas, porque seu tempo é precioso demais. O resto você lê só se quiser arrotar por aí frases de efeito. Temas concretos:

CPMF/desoneração: a tentação de obter novas formas de arrecadação é pantagruélica. Historicamente. O governo, agora vitaminado no Congresso, joga com as brancas nesse caso.

Reforma administrativa: música de consultório. Serve para afastar o tédio, mas mexer com o vespeiro do funcionalismo antes das eleições? Menos né? O importante é a sinalização: o tema está na pauta.

Pauta da Câmara: o presidente Rodrigo Maia é o piloto. Manda na cabine. Mas as turbinas, os flaps, o radar, a as asas, o trem de pouso são os líderes. Ou seja, quando o governo atrai o Centrao, o comando do avião não está mais na mao só do piloto, embora ele continue atado na cadeira;

Venda de estatais, como a Eletrobras: toda vez que tiver uma dúvida, lembre deste bordão – “é a eleição (ou reeleição), estupido!”. Ou seja, nada demais fazer algo daqui a um ano, em nome da única coisa que importa: permanecer no poder.

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