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Pequenos negócios que conseguiram se manter na pandemia sofrem com a inflação [VIDEO]

por Cenrecomo
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Pequenos negócios que conseguiram se manter na pandemia sofrem com a inflação

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JN, Globo, 21/06/2021. Empresas de pequeno porte que foram afetadas diretamente na pandemia, mas que, mesmo assim, conseguiram, a duras penas, manter as portas abertas, estão enfrentando agora uma dificuldade adicional: a inflação.

A pandemia exigiu deles a habilidade de se equilibrar para manter o pequeno negócio de pé.

“É uma luta diária. É acordar todo dia com sangue nos olhos para tentar vencer. É não saber o que vai acontecer”, diz o sócio de restaurante Thiago Reis Faria.

Quando o chopinho do fim do dia entre amigos virou um hábito proibido e perigoso, a choperia do Thiago passou a sobreviver servindo uma novidade: chope em casa. Com desconto, brinde. E com todo o carinho para não perder o cliente de vista.

Nos 12 meses fechados em abril, o setor de serviços teve uma retração de 5,4% segundo o IBGE. E agora, os pequenos empresários que conseguiram manter as portas abertas, têm mais uma prova de resistência pela frente, e ela se chama inflação, que acumula 8,06% nos últimos 12 meses.

O economista Fabio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio, diz que o mais preocupante são os itens que puxam essa alta.

“Energia elétrica, combustíveis, têm um peso grande na inflação. Então, a gente já tinha um problema de receitas e agora estamos com um problema de custos, que afeta principalmente micro e pequenos empresários”, analisa.

Preços mais altos e menos clientes. Os donos de pequenos negócios, como o Thiago, sabem que o resultado disso é uma soma de prejuízos.

“A única coisa que a gente não pode fazer é repassar isso para o cliente, que seria um tiro no pé. Eu penso o contrário. A gente tem que focar em assimilar essa inflação, que não jeito, isso não depende da gente, e reduzir a nossa margem”, diz.

Silvia Regina Carrijo fechou um salão de beleza na pandemia. Com a ajuda de um empréstimo, conseguiu manter outro. E agora, que ela achava que tudo podia melhorar…

“Eu comecei a me recuperar. Duas, três semanas. Aí veio uma inflação altíssima gerada mais, para mim, no caso, da energia”, lamenta.

Aos poucos e devagar, os clientes estão voltando ao salão. O movimento ainda é bem menor do que antes da pandemia, mas os secadores e as chapinhas já estão funcionando mais. Só que, com a energia elétrica mais cara, esse, que é um bom sinal para os negócios, está cobrando um preço alto demais.

A conta de luz do salão que gira em torno de R$ 6 mil vem subindo a cada mês. E a próxima, já deve vir com a bandeira vermelha, ainda mais cara.

A energia elétrica subiu 5,37% em maio e 11,63% nos últimos 12 meses.

“Já estamos passando por um momento difícil, onde todo mundo está sem dinheiro. Se eu repassar para as minhas clientes, eu fico sem cliente”, comenta Silvia.

E sem saída, a Silvia do salão de beleza e o Thiago da choperia vão ter que se equilibrar por mais tempo. Mônica Teixeira, Jornal Nacional

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