Medicina muda e tem mais mulheres, negros e alunos de escolas públicas

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Medicina muda e tem mais mulheres, negros e alunos de escolas públicas

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Dia sim e outro também, Simone Lima precisa esclarecer a seus interlocutores a posição que ocupa em um dos melhores e mais exclusivos hospitais privados do Rio de Janeiro. “Não, eu não sou a enfermeira”, explica a uma pessoa. “O senhor precisa falar com um técnico de enfermagem, não comigo”, recomenda, em outro caso. Também são comuns em sua rotina frases como: “Sim, eu sou a médica” e “O colega está passando o caso para um estudante, a médica sou eu.”

Simone tem 50 anos e há mais de 20 trabalha como médica. Mesmo assim, ainda precisa se explicar todos os dias, sendo uma das raras intensivistas negras da rede privada do Rio. Agora, na crise da covid-19, trabalhando de touca, face shield, máscara e avental, a situação ficou ainda mais difícil.

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