lições de crescimento, segundo a carta da Dynamo

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lições de crescimento, segundo a carta da Dynamo

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Em sua aguardada carta trimestral, a gestora Dynamo analisa fatores que envolvem o crescimento de empresas. Com o título “Caminhos do Crescimento”, os sócios de uma das mais longevas e bem-sucedidas gestoras do país mantêm a tradição de análises aprofundadas, com muita base teórica, para discutir razões determinantes que podem explicar não só crescimento passado como também que podem levar a esse objetivo, com base em lições a serem seguidas.

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O interesse e a escolha do tema não são aleatórios. Descrevem os autores da carta com objetividade e precisão: “Crescimento é a essência da atividade empresarial (…) Para o investidor, trata-se de uma dimensão fundamental. Fatorar adequadamente as oportunidades de crescimento configura o principal critério de demarcação entre um investimento bem ou mal sucedido.”

“Crescimento antecipado no valuation e não entregue se traduz em perda patrimonial certa, no ajuste implacável das expectativas frustradas. Crescimento não antecipado pelo mercado e efetivamente entregue pela companhia constitui o graal da assimetria almejada por qualquer investidor.”

Na carta recém-divulgada, a Dynamo seleciona alguns casos no Brasil e no mundo como exemplos de empresas que conseguiram alcançar o crescimento por meio de quatro possibilidades estratégicas de crescimento, descritas na Matriz de Ansoff, um clássico da literatura do planejamento estratégico:

  • “Se o objetivo é crescer fazendo mais do mesmo, oferecendo produtos que já constam do portfólio em mercados onde já se atua, trata-se de uma estratégia de perseguir aprofundamento, ou maior penetração.”
  • “Quando a decisão é oferecer um mesmo produto em um novo mercado, estamos diante de uma estratégia de desenvolvimento de mercado.”
  • “No caso de se usar a base estabelecida de clientes para testar a aderência de um novo produto, estamos no quadrante de desenvolvimento de produtos.”
  • “Por fim, se a ideia é alcançar outra base de consumidores com produtos ainda não lançados, estaríamos no espaço da estratégia que envolve maior novidade e maior risco, que seria a diversificação.”

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