Juros do crédito de imóveis não devem subir em 2021, diz Cristiane Portella | Invest

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A pandemia foi surpreendentemente positiva quando se trata de financiamentos de imóveis. Em janeiro, antes da covid-19 eclodir no Brasil e no mundo, a expectativa dos bancos era de que o crédito imobiliário crescesse 32%, um pouco menos do que o observado em 2019. Em abril, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP), que tem entre seus associados os cinco maiores bancos do país, revisou a perspectiva para uma retração de 7%. No final, o volume de crédito contratado subiu 58% no acumulado do ano passado, um recorde histórico.

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Para Cristiane Portella, presidente da ABECIP, o bom resultado de 2020 e as perspectivas de crescimento de 21% do segmento neste ano se devem a uma conjunção de fatores, mas principalmente à taxa de juros na mínima histórica, o patamar de 2% ao ano.

A taxa média atualmente cobrada no financiamento imobiliário, de 6,9% ao ano, era de em média 11,4% em 2017, no caso de um contrato de 35 anos. Ou seja, a prestação reduziu, desde então, 30%, o que possibilitou a mais pessoas terem acesso à compra de um imóvel.

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