ECONOMIA

dicas e sinais de quando é hora de vender suas ações

(Viktor Forgacs/Unsplash​​​​​​​)

O prêmio Nobel de Economia, Daniel Kahneman em seu texto “Prospect Theory”, mostrou através de experimento que traders tem a tendência de assumir postura mais medrosa quando estão ganhando e ficar mais corajosos quando estão perdendo. O economista concluiu que os maiores sacrifícios são feitos na hora de não perder. Mas como saber a hora de sair para não perder mais?

O célebre investidor Larry Williams costuma dizer que a esmagadora maioria dos cursos e treinamentos sobre trading são focados apenas na hora de comprar uma ação, deixando de lado as questões que envolvem vender sua posição, o que segundo investidor deveria ser o foco de quem está aprendendo a operar.

Com o objetivo de ajudar traders iniciantes, o curso A Hora da Ação, que será ministrado André Moraes, analista da Rico Corretora, irá explicar através de análise técnica como operar na bolsa, entender os sinais e obter lucro mesmo acertando 30% das operações.

O objetivo é que os alunos do curso consigam analisar graficamente os resultados dos ativos de modo a entender as movimentações do mercado e se adiantar a elas.

A análise técnica se difere da análise fundamentalista por tentar prever os movimentos das ações utilizando-se de seu histórico através de gráficos. Já a análise fundamentalista se utiliza de outros fatores para entender para qual direção vai seguir uma ação, como análise da concorrência, notícias relacionadas à empresa e situação macroeconômica onde a companhia está inserida.

Porém, retomando Larry Williams, encontrar tendências de alta para comprar ativos via análise técnica é uma tarefa muito mais simples do que definir quando liquidar uma posição ou antever uma tendência de baixa.

Com isso em mente, listamos abaixo alguns sinais e dicas para se adiantar aos movimentos de mercado e diminuir perdas afinal, quanto mais chance de perder, mais riscos o investidor assume, segundo Kahneman.

  1. Não mude o método da análise
    Pode parecer uma dica simples, mas mudar o método de análise no meio de uma operação pode fazer com que o trader perca uma alta ao tentar antever a movimentação do mercado.
    “Caso surja a notícia de uma empresa que você tem ação, ela precisa ser analisada. Quem disse que um balanço ruim vai fazer com que as ações da empresa despenquem de valor? Pode acontecer o contrário, a empresa pode tomar ações para melhorar estratégias e o mercado reagir de maneira positiva,” disse Rodrigo Cohen, analista técnico CNPI da Escola de Investimento.
  2. Gráfico Candlestick: atenção com os topos
    Uma das representações gráficas mais comuns no mercado financeiro são os gráficos candlestick, ou gráficos de vela. Eles informam o tamanho da variação de preço e a tendência de determinado ativos – vermelha para tendência de queda e verde para tendência de alta. O índice de um período sempre parte de onde parou a cotação do dia anterior.
    Dentro deste gráfico há a análise dos “topos e fundos” do gráfico, sendo os pontos extremos de cada ativo em determinado período. Ao determinar topos e fundos, o analista técnica traça uma linha entre os pontos de topo e pontos de fundo dos períodos representados no gráfico. Ao traçar essa linha entre os dois pontos é possível entender a tendência de um ativo.
    Se a linha dos topos estiver decrescente é sinal de que o ativo está em tendência de queda. Já uma linha de fundo em crescente é bom sinal, mostra que o valor da ação tem tendência de subida.
  3. Médias móveis e indicador MACD
    Comum no noticiário da Covid-19, a média móvel (MM) é uma método de análise estatístico que busca mitigar pequenas variações calculando uma média de determinado período.
    Na análise técnica, se utiliza a média móvel exponencial (MME), que diferente da MM não dá o mesmo peso a todos os resultados, privilegiando dados mais novos. Desta forma, preços recentes tem mais peso no cálculo, trazendo uma tendência mais apurada da situação do ativo.
    Já o índice Convergência / Divergência das Médias Móveis (MACD) se utiliza de médias móveis exponenciais de diferentes períodos para uma análise mais apurada da tendência do ativo.
    A MACD é definida ao formar uma linha que subtraia os valores do MME de 12 dias do MME de 26 dias. É a Linha MACD. Esse índice é colocado em um gráfico com o MME de 9 dias, sendo chamada de Linha de Sinal.
    O histograma do MACD é então formado pelo cruzamento dos dados da Linha MACD com a Linha de Sinal. Através do cruzamento das linhas é possível analisar tendência de um ativo.
    A linha MACD está caindo e convergindo com a Linha de Sinal? O ativo pode estar em tendência de baixa. Linha MACD subindo e convergindo com a linha de sinal? Podemos ter tendência de alta. Importante notar também que os cruzamentos podem durar dias, exigindo do trader uma análise mais aprofundada daquilo que o MACD está mostrando.
    Outro ponto a se ressaltar é que o MACD não é um índice para aferir preços, mas sim tendências. Por conta dessa característica, deve-se ter cuidado ao usar o índice em momentos de mercado “de lado” (sem tendência específica).

Para entender melhor como operar na bolsa através de análise técnica, inscreva-se agora no curso gratuito A Hora da Ação, com André Moraes.



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