Desperdício, a nova saúva brasileira

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O diagnóstico do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre pagamentos indevidos de quase R$ 55 bilhões no auxílio emergencial, em 2020, chama a atenção para um desafio na nova rodada do benefício em preparação no Congresso. Criado com tempo mínimo, baseado em autodeclaração e sem uma base sólida de dados, a ajuda foi distribuída inicialmente com critérios frágeis na escolha do público-alvo. Esses erros do passado devem agora nortear parlamento e governo para evitar repetir o desperdício na versão 2021.

Esse é o primeiro desafio a ser enfrentado pelo novo ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos-BA). Ele assumiu o cargo esta semana e já tem sobre a mesa a avaliação do TCU indicando a necessidade de correções. Estas podem até minimizar politicamente danos ao justificar mudanças nessa segunda fase em que o Ministério da Economia cobra medidas fiscais de compensação para o gasto extra que pode ficar entre R$ 40 e R$ 50 bilhões, num valor que pode complementar a renda de pessoas carentes em cerca de R$ 250 ou R$ 300 mensais, em quatro parcelas. Previsão inicial.

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