Como medir a pressão – Diferentes formas de fazer o acompanhamento

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Fazer o acompanhamento da pressão arterial é um hábito recorrente para pacientes que vivem com condições como hipotensão e hipertensão arterial. No entanto, saber como medir a pressão também pode ser importante para qualquer pessoa, principalmente durante momentos de mal-estar ao longo do dia.

Além disso, mesmo sem o hábito rotineiro, é importante fazer o acompanhamento da pressão arterial pelo menos uma vez a cada ano. Para isso então, é preciso seguir algumas recomendações básicas, a fim de chegar a um resultado mais preciso.

O aferimento de pressão deve ser feito antes das refeições e do consumo de medicamentos. Além disso, o paciente deve estar sem fumar e consumir bebidas alcoólicas por pelo menos 30 minutos antes da medição, sem atividades físicas por uma hora e de repouso e bexiga vazia por pelo menos cinco minutos.

Como medir a pressão

Hipolabor

A princípio, existem dois aparelhos utilizados para a medição da pressão arterial. Tanto o esfigmomanômetro mecânico como o digital realizam a função de forma eficaz, mas o primeiro precisa de uma segunda pessoa ajudando no processo.

Antes de fazer a medição, o paciente deve estar sentado e com o antebraço flexionado na altura do coração. O medidor, então, deve ser colocado cerca de 2 a 3 centímetros acima do cotovelo, pressionado com força suficiente para fixá-lo. De preferência, isso deve ser feito no braço esquerdo, mas caso não seja possível, o direito cumpre a função.

Enquanto a pressão arterial está sendo medida o paciente também não pode cruzar as pernas. Isso porque a posição dificulta o retorno venoso, influenciando a força com que o coração precisa bombear o sangue. Além disso, é recomendado que o paciente esteja em silêncio.

Equipamentos medidores de pressão arterial

Como medir a pressão - diferentes formas de fazer o acompanhamento
maconequi

Esfigmomanômetro mecânico: logo após a fixação da braçadeira no paciente, é necessário encontrar a pulsação próximo à região do cotovelo para aferir a pressão corretamente. Assim que ela for encontrada, então, é só colocar o estetoscópio sobre a região. Nesse momento, a válvula do esfigmomanômetro deve estar fechada. Em seguida, deve-se encher a braçadeira até o que o ponteiro marque 180 mmHg, quando a válvula pode ser aberta lentamente. No estetoscópio, a batida mais forte acontece quando o ponteiro indica a pressão máxima, enquanto a última indica a mínima.

Esfigmomanômetro digital: a opção do medidor digital é boa para quem quer ou precisa fazer isso sem ajuda de ninguém. Logo após o posicionamento da braçadeira, é só pressionar o botão de ligar e o medidor irá insuflar automaticamente para aferir a pressão. Ele também realiza o processo de esvaziar e sinalizar o fim da medição sozinho. Assim que o sinal for emitido, basta conferir na tela os números da pressão máxima e mínima, bem como da frequência cardíaca.

Outras opções: além dos dois equipamentos mais populares, também existem medidores digitais de pulso. Normalmente, essa alternativa é viável para quem busca mais praticidade e conforto. Além disso, pode ser útil para pessoas cujo braço não se adapta à braçadeira do medidor tradicional. A única ressalva é a necessidade de calibração periódica, para não obter resultados imprecisos.

Entendendo os resultados

Como medir a pressão - diferentes formas de fazer o acompanhamento
Pfizer

De forma geral, encontrar valores abaixo de 120 por 80 após aferir a pressão indica um quadro de normalidade. A partir de 129 por 80, já pode ser necessário um estágio de observação ou consulta médica, segundo algumas entidades médicas. No entanto, para as diretrizes brasileiras, o quadro de pressão alta só é oficialmente diagnosticado a partir de 140 por 90.

É importante destacar que esse diagnóstico não depende apenas desses números para ser feito. Sendo assim, o médico pode e deve avaliar outros fatores além da pressão arterial para uma análise completa a eficaz.

Um resultado com pressão máxima maior ou igual a 180 e mínima maior que 120 exige acompanhamento médico de emergência. O paciente nunca deve se auto medicar, além de nunca parar de tomar medicamentos já prescritos. Caso precise fazer acompanhamento frequente, é importante registrar as medidas para informar o médico durante a consulta.

Fontes: Drogaria Liviero, Tua Saúde, Drauzio Varella

Imagens: Pfizer, Hipolabor, maconequi, Galileu

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