Com “capitalismo light”, empresas da Espanha passam (quase) ilesas pela pandemia | Invest

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Se o Grupo Erreka operasse como a maioria das empresas, a pandemia teria sido um golpe traumático para seus trabalhadores.

Com sede na região basca da Espanha, a empresa produz uma variedade de bens, incluindo portas deslizantes, peças plásticas usadas em carros e dispositivos médicos vendidos em todo o mundo. Quando o coronavírus devastava a Europa no fim de março, o governo espanhol ordenou que a empresa fechasse duas de suas três fábricas locais, ameaçando o meio de subsistência de seus 210 trabalhadores.

Mas o Grupo Erreka evitou demissões cortando temporariamente os salários em 5%. E continuou a pagar aos trabalhadores que ficaram em casa em troca da promessa de que compensariam algumas dessas horas quando dias melhores viessem.

Essa abordagem flexível foi possível porque a empresa faz parte de uma vasta coleção de empreendimentos cooperativos centrados na cidade de Mondragón. Quase todos os seus trabalhadores são sócios, o que significa que são donos da empresa. Embora as 96 cooperativas da Mondragón Corp. precisem dar lucro para se manter funcionando – como qualquer empresa –, elas foram projetadas não para distribuir dividendos aos acionistas e opções de ações aos executivos, mas para preservar os salários.

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