Cientistas descobrem nova espécie acidentalmente ao analisar fóssil na Sibéria

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Novo mamífero foi identificado durante análise genética de dentes molares de mamutes de mais de um milhão de anos em região da Rússia

O mapeamento do DNA de dentes molares de fósseis de mamutes de mais de um milhão de anos encontrados na Sibéria, região da Rússia, revelou uma surpresa. Um dos maiores desafios foi conseguir identificar o código genético, que estava distribuído por vários segmentos moleculares.

A análise genética proporcionou uma descoberta importante. Os estudos apontaram que o dente mais antigo pertencia a uma espécie ancestral que até então era desconhecida. O novo animal, um parente do mamute, foi chamado de Krestovka em homenagem ao local na Sibéria no qual os fósseis foram encontrados. O mamute surgiu há cerca de 3,5 milhões de anos e foi extinto na pré-história.

“Foi uma completa surpresa”, disse Tom van der Valk, do Centro de Paleontogenética de Estocolmo, na Suécia, em entrevista ao jornal britânico Financial Times. “Todos os estudos anteriores indicavam que só havia uma espécie de mamute na Sibéria”.

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