4 mil universos virtuais podem solucionar mistério do Big Bang

4 mil universos virtuais podem solucionar mistério do Big Bang

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Munidos de um supercomputador, cientistas, buscando respostas para perguntas relacionadas ao Big Bang, criaram 4 mil versões virtuais do Universo para entenderem o que levou, em menos de um microssegundo, tudo o que conhecemos (e desconhecemos) a se expandir para uma dimensão 1 trilhão trilhão de vezes maior que o tamanho ocupado originalmente por toda matéria (e antimatéria) espalhada por aí.

O retrocesso aplicado pela equipe se vale de um método usado em simulações e observações reais que revelam as variações de densidade encontradas no espaço, com algumas manchas ricas em galáxias e outras relativamente áridas.

A expectativa, afirma o time, é que se chegue a uma compreensão precisa de como foi esse período inflacionário.

Universo se expandiu em fração de microssegundo.Fonte:  Reprodução 

Uma hipótese promissora para essa distribuição desigual de matéria visível, explica o líder do estudo Masato Shirasaki, cosmologista do Observatório Astronômico Nacional do Japão (OANJ), é que, na época da Grande Expansão, já havia flutuações quânticas ou aleatórias – mudanças temporárias de energia presentes mesmo no minúsculo universo primordial.

Quando tudo se expandiu, complementa, essas flutuações teriam se expandido também, com pontos mais densos se estendendo para regiões de maior densidade do que seus arredores. As forças gravitacionais teriam interagido com esses filamentos esticados, fazendo com que as galáxias se aglomerassem ao longo deles.

“Estamos tentando fazer algo como adivinhar uma foto de bebê de nosso universo a partir da imagem mais recente”, exemplifica Masato para a Live Science.

Origem de distribuição irregular de matéria permanece um mistério.Origem de distribuição irregular de matéria permanece um mistério.Fonte:  Reprodução 

Olhando para o passado

Antes de mais nada, devido à complexidade das interações gravitacionais, é preciso retirar flutuações da equação se o objetivo é voltar ao início dos tempos, ou ao menos aumentar as chances de vislumbrá-lo. Realizar essa tarefa não é nada simples.

Entretanto, o grupo criou uma abordagem para contornar o obstáculo e precisava testá-la de alguma maneira. Assim, encontraram no ATERUI II, supermáquina do OANJ, um aliado e tanto. Com ele, deram à luz os milhares de universos virtuais, todos com flutuações de densidade inicial ligeiramente diferentes e com suas próprias inflações.

Depois disso, detalham os responsáveis pelo projeto, aplicaram a esses universos o método de reconstrução desenvolvido para verem se a ação poderia reconfigurar as regiões fictícias e deixá-las como em seus pontos de partida. De acordo com Shirasaki, as informações desejadas foram extraídas de forma eficiente

ATERUI II, supercomputador japonês.ATERUI II, supercomputador japonês.Fonte:  Reprodução 

O próximo passo, complementa o pesquisador, é verificar o que acontece com observações do mundo real quando inseridas nessa história. Os dados necessários à empreitada já estão disponíveis graças ao Very Large Array, telescópio do Novo México, e ao levantamento astronômico Sloan Digital Sky Survey.

Carl Sagan já dizia: “A imaginação muitas vezes nos leva a mundos que nunca sequer existiram. Mas sem ela não vamos a lugar algum.” Masato Shirasaki e sua equipe certamente não estão parados. Os resultados desse esforço foram publicados em 4 de janeiro na revista Physical Review D.

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Melhores apps de stickers para você usar no WhatsApp

Melhores apps de stickers para você usar no WhatsApp

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Desde que foram lançados, em 2018, os stickers (mais conhecidos no Brasil como figurinhas) do WhatsApp vêm se tornando cada vez mais populares e variados, principalmente por serem alternativas divertidas para a comunicação. O recurso permite salvar diversas imagens — estáticas ou animadas — para serem enviadas nas conversas representando reações ou expressões do usuário.

Para facilitar o uso no dia a dia, o WhatsApp liberou no fim de 2020 uma atualização que adicionou a possibilidade de pesquisar por stickers dentro de cada conversa, de modo semelhante ao que já existia para a parte de GIFs.

Além das opções liberadas no mensageiro como padrão, é possível baixar pacotes extras e criar os seus próprios stickers, tanto no Android quanto no iOS. Então, confira a seguir os melhores apps de stickers para você usar no WhatsApp:

10 Sticker Packs for WhatsApp (Android)

Depois que o WhatsApp anunciou a inclusão do recurso de figurinhas, o Telegram liberou o app 10 Sticker Packs for WhatsApp, que disponibiliza pacotes de imagens de personagens como dinossauro, unicórnio, cachorro e coelho.

(Fonte: Play Store/Reprodução)Fonte:  Play Store 

WAStickerApps (Android)

O WAStickerApps oferece vários pacotes gratuitos de stickers — incluindo de personagens como Naruto, Deadpool e Harry Potter — e ainda permite que o usuário crie suas próprias figurinhas.

O Sticker.ly é um aplicativo que disponibiliza milhões de figurinhas divertidas. Além disso, permite a criação de stickers personalizados a partir de imagens capturadas com a própria câmera do celular ou disponíveis na biblioteca pessoal, aplicando a tecnologia de recorte automático. É possível adicionar também legendas para deixar tudo do jeito que preferir.

(Fonte: Play Store/Reprodução)(Fonte: Play Store/Reprodução)Fonte:  Play Store 

Sticker Maker for WhatsApp (Android | iOS)

Outro app voltado à criação de figurinhas customizadas é o Sticker Maker for WhatsApp. Ele permite apagar o fundo das imagens selecionadas e recortar as partes desejadas, além de adicionar etiquetas de textos com vários idiomas e fontes.

(Fonte: Play Store/Reprodução)(Fonte: Play Store/Reprodução)Fonte:  Play Store 

Stickers Memes Brasil (Android)

Se a ideia é ter figurinhas de memes mais do que consolidados nas redes sociais, o Stickers Memes Brasil pode ajudar bastante. Isso porque o aplicativo disponibiliza stickers famosos como os de Nazaré, Faustão, Chapolin e Gretchen, bem como vários outros que podem dar um toque de humor extra às suas conversas pelo mensageiro. Estão disponíveis mais de 300 figurinhas.

Memes Stickers Pack (Android)

Ainda na temática de memes, o Memes Stickers Pack reúne figurinhas de vários personagens conhecidos, como Grumpy Cat, Mr. Bean e Chuck Norris — todos prontos para animar os bate-papos pelo WhatsApp.

(Fonte: Play Store/Reprodução)(Fonte: Play Store/Reprodução)Fonte:  Play Store 

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8 dicas utilizar o Google Maps com mais segurança

8 dicas utilizar o Google Maps com mais segurança

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Já faz um bom tempo que não é necessário pagar por aqueles guias de rua pesados e empoeirados. Desde que o Google Maps foi implementado, a vida de quem procura locais ainda inexplorados ficou muito mais fácil. Abaixo daremos dicas de como ter um controle maior de sua conta, além de aumentar sua segurança durante a utilização.

Vale lembrar que todas as informações necessitam da utilização de um celular (Android e IOS), ou um tablet.

1 – Segurança de perfil

Saiba que é possível gerenciar e personalizar de forma completa o sua conta. O Google Maps possui configurações integradas que permitem bloquear publicamente fotos, postagens e comentários no seu perfil público.

Para isto, quando estiver com sua conta logada no aplicativo, basta clicar no canto superior direito da tela, na imagem que contém a sua foto. Logo depois, clique em Gerenciar sua Conta do Google. A seguir, entre em Pessoas e compartilhamento e escolha os itens que pretende deixar privado.

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2 – Mantenha a privacidade de terceiros

Gostou de um local e resolveu tirar uma foto bonita para postar nos comentários do Google Maps? Não há mal nenhum em fazer isto. Só tenha o cuidado de conferir se outras pessoas não saíram na imagem.

É importante respeitar a privacidade dos outros e ter a noção de que muitos preferem ver apenas imagens do local, como a decoração, ou até mesmo a acessibilidade da região.

3 – Cidadania Digital

Muitas pessoas utilizam o Google Maps para passar informações precisas e de qualidade, mas nem tudo é perfeito. Caso perceba que existe algo de estranho em um comentário, ou até mesmo nas informações relacionadas ao local, saiba que é possível denunciar.

As reclamações podem ser feitas de duas maneiras. A primeira delas é denunciando um conteúdo. A outra é denunciando a pessoa que fez um comentário.

4 – Linha do tempo customizável

Não é só de fotos que as pessoas gostam de se lembrar. Muitos utilizam a Linha do Tempo do aplicativo para lembrar de locais que visitados e até mesmo terem a oportunidade de mostrar para os amigos.

Para deixar a ferramenta ativada entre no Histórico de localização. Desta forma será possível adicionar, editar ou excluir facilmente as informações presentes na sua conta.

5 – Controle total dos seus passos

O Google Maps permite acessar todos os aplicativos integrados na plataforma Google, tendo total visualização do histórico de localização e atividade na internet. Com este controle dá pra saber caso alguém acesse seus dados em outro lugar. Desta forma sua segurança aumentará ainda mais.

6 – Modo Anônimo

O aplicativo permite que realizar uma navegação sem ser notado. Para isto, basta clicar na foto do seu perfil (canto superior direito) e optar pelo modo incógnito. Para voltar a sua conta pessoal será necessário fazer o caminho inverso, clicando no ícone de incógnito e selecionando sua foto de perfil.

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7 – Compartilhar localização em tempo real

Caso tenha interesse em saber onde um amigo ou um familiar está, já é possível configurar sua conta do Google Maps para apresentar sua localização ao vivo. Primeiro, clique no Menu (canto esquerdo superior). Depois acesse o item Compartilhamento de Localização. Agora basta escolher uma das opções personalizadas.

8 – Mudar nome de aparição pública

Saiba que é possível alterar sua forma de apresentação para outras pessoas que estão na rede do Google Maps. Para realizar a modificação clique em seu Perfil (canto superior esquerdo). Entre em Gerenciar sua Conta do Google e depois em Informações Pessoais. É possível mudar nome, apelido e até mesmo a foto do perfil.

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Doom: do pior ao melhor, segundo a crítica

Doom: do pior ao melhor, segundo a crítica

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Se atualmente vocês podem curtir seu Battlefield, Call of Duty e Halo na maior tranquilidade, devem agradecer muito a John Romero e seus amigos. O designer que cocriou a id Software junto de três camaradas foi a mente brilhante por trás de Wolfenstein 3D, Quake e, claro, a franquia que nós vamos falar hoje.

Matar monstros bizarros enquanto se movimenta freneticamente ao som de um belo heavy metal é definitivamente a fórmula para o sucesso. Vocês pediram, votaram e aqui está o do “Pior ao Melhor da franquia Doom”. A seguir estão descritos os nossos critérios, portanto prestem bastante atenção.

  • As notas apresentadas são baseadas no agregador de notas Metacritic. Se o título foi lançado para mais de uma plataforma inicialmente, pegaremos as notas de cada uma das versões e faremos uma média aritmética.

  • Não encontramos as notas de dois jogos no site citado, então pesquisamos avaliações feitas por grandes veículos de mídia da época do lançamento e fizemos uma média com elas.

  • Nós só consideramos os principais jogos da franquia, ou seja, spin-offs não foram considerados.

  • No caso de Final Doom, como ele não é canônico, não o consideramos, mas, para via de dúvidas, sua nota seria 55,75.

  • Se vocês têm uma opinião diferente, deixem uma lista nos comentários que vamos ler. E, se gostarem do vídeo, deixem um like e se inscrevam no canal.

7) Doom 64 (1997) — 64,25

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O último colocado é o Doom 64, lançado em 1997. O jogo lançado exclusivamente para o Nintendo 64 foi desenvolvido pela Midway Games, a mesma da franquia Mortal Kombat, e supervisionada pela id Software — a desenvolvedora principal da franquia.

A gameplay mantém a mesma pegada dos seus antecessores, com o jogador passando pelos 32 níveis da história (sendo 4 destes secretos), matando adversários, coletando armas, ativando mecanismos e escapando de armadilhas. Falando sobre as máquinas de matar disponíveis, todas aquelas presentes em Doom 2 estão nesse game e, além delas, foi adicionada uma nova arma chamada Unmaker, que usa a mesma munição de plasma gun e da BFG 9000.

Segundo a desenvolvedora, o console não tinha recursos suficientes para que o título tivesse um modo multiplayer, justificando isso com diversas quedas de quadro durante partidas split-screen. Perto do lançamento, o resultado não era satisfatório pra id, que mandou alguns levels serem redesenhados, o que fez o título ser adiado para abril daquele ano.

Assim, chegando ao mercado, o resultado foi bem ok. Os visuais foram muito elogiados, sendo classificados como os melhores da série, e as fases também, mas muitos o classificaram como “batido”, “mais do mesmo” e menos divertido do que o título original, não trazendo muitas novidades à fórmula da franquia. Ele acabou ficando com a nota 64,75.

6) Doom 3: Resurrection of Evil (2005) — 77,5

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Doom 3: Resurrection of Evil, lançado em 2005, é um pacote de expansão e ao mesmo tempo uma sequência do Doom 3. Enquanto na versão de PC era necessário ter Doom 3 para jogar esse game, a de Xbox não, então como ficou nesse “vai não vai”, decidimos incluí-lo na lista.

A história se passa 3 anos após os eventos do game anterior, com a Union Aerospace Corporation detectando um sinal estranho de satélites marcianos e mandando uma equipe investigar. Eles acabam encontrando um artefato, o que faz as forças do inferno ficarem alertas e iniciarem uma nova invasão.

O jogo tem duas grandes adições no gameplay: a primeira é a arma de gravidade chamada the Grabber, que tem um funcionamento parecido com a Gravity Gun, de Half-Life 2; já a segunda é o Artefato, a qual tem três habilidades que são desbloqueadas conforme os primeiros chefões vão sendo derrotados. Exclusivamente no Xbox a feature da lanterna fica presa diretamente na arma. Ainda há outras adições, como novas armas, maior capacidade de munição, novos monstros, oito modos multiplayer e assim por diante.

O título foi elogiado pelas adições à gameplay e ao multiplayer, pelos visuais e ótimos sons, mas foi criticado pela curtíssima duração, por algumas funcionalidades ruins do multiplayer, pela falta de uma gameplay cooperativa e pela pouca liberdade em comparação com outros jogos da franquia. A nota desse jogo é 77,5.

5) Doom II: Hell on Earth (1994) — 83

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Doom II, também conhecido como Doom II: Hell on Earth, lançado em 1995, foi o segundo jogo da franquia a chegar ao mercado. A história começa logo após o jogo anterior, com o Doomguy retornando à Terra e descobrindo que os demônios invadiram seu planeta natal e mataram bilhões de pessoas. Agora, nosso protagonista tem que batalhar com eles e recuperar a sua “terrinha amada”.

No total, são 30 níveis que se dividem em 4 ambientes diferentes, um deles sendo o inferno. O game não trouxe grandes novidades relacionadas a gráficos, gameplay e etc., mas os níveis são muito maiores do que os do antecessor e melhorias no multiplayer foram feitas: o número de monstros que não são chefes foi dobrado, uma nova arma, a Super Shotgun, e um novo poder, a Megasphere, foram adicionados.

Diferente de Doom 1, o jogo foi vendido em lojas, o que aumentou muito as vendas do game. Para vocês terem noção, era extremamente difícil fazer pré-compra dele, pois as unidades que uma loja recebia já tinham sido comercializadas. Ele acabou sendo o título de computador mais comprado de 1994 nos Estados Unidos e faturou mais de 100 milhões de dólares no total.

Os analistas gostaram das pequenas melhorias e adições, que fizeram a base do jogo não ser alterada, mas alguns criticaram a falta de inovação. Com esse impasse, o game ficou com a nota 83.

4) Doom (2016) — 85,7

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Doom, lançado em 2016, funciona como um soft reboot da saga e ocorre depois dos eventos de Doom 64, ignorando a história de Doom 3. Passando-se em 2149, Doomguy tem o dever de acabar com todos os demônios da base marciana da Union Aerospace Corporation, comandada pelo Dr. Samuel Hayden, que tem como objetivo drenar energia do inferno para resolver a crise de energia que o planeta Terra sofre. O problema é que nosso protagonista terá que batalhar com criaturas perigosas em diferentes dimensões, lutando por sua vida.

O game foi o primeiro a usar o motor gráfico id Tech 6, criado pela própria id Software e lançado após 5 anos de pesquisa e desenvolvimento. A estrutura de gameplay é baseada em monstros com visuais incríveis, armas extremamente potentes, movimentação frenética e uma trilha sonora com heavy metal, tudo isso para formar uma jogabilidade extremamente badass.

O jogador pode coletar vida, armadura, munição e poderes especiais para combater os inimigos. Derrotando-os na porrada, itens são liberados. Se a situação estiver mais crítica, é possível usar a motosserra, que disponibiliza muita vida, munição e armadura do inimigo fatiado. O jogo também tem um multiplayer com diversos modos disponíveis, como Team Deathmatch, Domination, Clan Arena, Freeze Tag etc., o que aumenta a vida útil do game, já que a sua duração é relativamente curta. E, para quem tem uma mente brilhante e doentia, há uma ferramenta de criação de níveis, que permite aos jogadores criarem suas próprias fases para serem jogadas sozinhas, de forma cooperativa ou competitiva.

Inicialmente, o game foi anunciado como Doom 4, em 2007, mas o projeto que estava em desenvolvimento foi cancelado após a compra da id Software pela ZeniMax Media, que também é dona da Bethesda. O projeto tomou novos rumos depois de passar por um “limbo de desenvolvimento” e finalmente chegou ao mercado em 2016. Sem sombra de dúvidas, o título revitalizou a franquia, vendendo 67% mais na 1ª semana do que Doom 3.

O jogo foi muito elogiado pelo combate caótico e simples, pela quantidade bem grande de armas e upgrades, pelas hordas de demônios malucos e paisagens maravilhosamente sombrias, bem como pela trilha sonora impactante. Porém, foram criticados o multiplayer pouco inspirado, as oportunidades de adicionar valor à história que foram perdidas e a estrutura repetitiva de missão. A sua nota é 85,7.

3) Doom 3 (2004) — 87,5

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Doom 3, lançado em 2004, ficou em 3º lugar na nossa lista. Esse, que é o quinto jogo lançado da franquia, teve uma abordagem bem mais de terror do que seus antecessores e acompanha o Doomguy na estação marciana da UAC, que é invadida por demônios depois que um experimento com teleporte dá errado e abre um portal para o inferno. A tarefa do protagonista é batalhar contra as aberrações para que elas não cheguem à Terra. O jogo é um reboot da série, ignorando todos os eventos anteriores.

Os níveis são semilineares, e a jogabilidade mistura o estilo “corre e atire” com uma ambientação tenebrosa e uma narrativa pesada. No total, 10 armas ficam disponíveis, que vão de submachine guns a shotguns, para o jogador eliminar todos os adversários nas suas diversas formas. Ele tem um multiplayer para até 4 jogadores com 4 modos disponíveis, mas a comunidade do PC fez um mod que permitiu de 8 a 16 jogadores por sessão.

O jogo foi muito elogiado pela ambientação, pelos gráficos, pela narrativa e gameplay, mas foi criticado pelo estilo repetitivo, pela inteligência artificial pouco desafiadora e falta de inovação e de identificação causada pelo protagonista. O saldo ficou muito mais positivo do que negativo, e a nota desse jogo é 87,5.

2) Doom Eternal (2020) — 87,6

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O título mais recente da lista, Doom Eternal, lançado em 2020, acabou ficando em 2º lugar. Depois de 8 meses dos eventos do game anterior, Doomguy, também conhecido como Doom Slayer, deve combater as forças demoníacas que invadiram a Terra e acabaram com 60% da população.

O jogo mantém a mesma jogabilidade e estilo de Doom, pois “time que está ganhando não se mexe”. A maioria das armas são as mesmas, mas com algumas alterações, como a Super Shotgun que agora é equipada com um gancho de carne e agarra o adversário, fazendo-o se aproximar.

O game conta com o dobro de tipos de inimigo em relação ao seu antecessor, como os Marauders e Doom Hunters. Há uma nova feature chamada Destructible Demons, em que os tiros afetam e destroem partes do corpo de um demônio, impossibilitando-o de usar ataques mais fortes.

Assim como no jogo de 2016, Mick Gordon compôs a trilha sonora que conta com um coro de metal feito por músicos como James Rivera, da Helstar, e Tony Campos, da Static-X. Eternal foi o primeiro título a utilizar o motor id Tech 7, que apresenta diversas melhorias relacionadas a luz, sombras e texturas, inclusive reduzindo as linhas de código em 1 milhão.

O título foi elogiado pelo combate, pelas arenas bem-desenhadas e partes de plataformas, pelos segredos escondidos, pela alta dificuldade e possibilidade de controlar demônios no modo Battlemode. No entanto, há momentos com bugs de texturas e a história é confusa. A sua nota é 87,6.

1) Doom (1993) — 93

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E, em primeiríssimo lugar, ficou o 1º título da franquia, Doom, lançado em 1993. A ideia nasceu da vontade de criar um novo game de tiro em 1ª pessoa, assim como Wolfenstein 3D, mas utilizando um novo motor gráfico que estava sendo desenvolvido por John Carmack.

Foi então que diversas ideias foram desenvolvidas pela equipe, e o conceito de Doom foi criado. Assim, Tom Hall criou um documento de design chamado de A Biblia de Doom, que continha a descrição do enredo, do backstory e dos objetivos de design do projeto, mas que acabou sendo recusada por Carmack, que preferiu ter mais foco em inovações tecnológicas a uma história complexa.

Tom não gostou muito, mas a equipe concordou e assim o projeto começou a ser desenvolvido. John Romero então veio com a ideia do título ser mais brutal e rápido que Wolfenstein, e assim o game foi feito, com diversas ideias entrando e outras sendo ignoradas (o que chateou bastante Hall, que foi demitido em comum acordo entre os outros fundadores da empresa).

Sobre o game em si, ele é caótico, sangrento, violento e divertido. Os jogadores tinham que passar por diversos níveis não lineares, matando os monstros mais horripilantes. A perspectiva era em 3D, mas objetos e inimigos eram apresentados em sprites 2D. Diversas armas vão sendo conquistadas com o passar da história, como a motosserra. Há também um multiplayer cooperativo, em que até 4 jogadores se juntam para completar a campanha, e um Deathmatch, que suporta também até 4 jogadores.

O game foi um sucesso completo, e mesmo que sua comercialização tenha sido feita por Shareware e pedidos por e-mail, a desenvolvedora fez rapidamente 100 mil dólares por dia, sendo que cada cópia custava só 9 doletas.

Os analistas elogiaram a gameplay rápida e frenética, bem como as texturas e os detalhes no mapa, mas alguns criticaram a repetitividade e a simplicidade na jogabilidade. As inovações tecnológicas mexeram de vez com o mercado e até hoje ele é descrito como um dos jogos mais importantes da história da indústria. A nota desse game é 93.

Doomguy | Detona Hard

Lembrem-se, essas notas não são nossas, mas sim do agregador de notas Metacritic. Esse foi o “Pior ao Melhor da franquia Doom” que foi escolhido por vocês durante a última semana.

Estão preparados para os candidatos da semana que vem? Então, entrem no canal do Voxel no YouTube, abram a aba “comunidade” e votem em qual dessas quatro franquias vocês querem ver no próximo do “Pior para o Melhor”. Metroid, Fable, Battlefield ou Hitman. Vocês também podem colocar aí embaixo outras franquias que gostariam de ver aqui neste quadro!

Não concordam com a lista? Comentem. O meu top 5 é este aqui:

5) Doom II: Hell on Earth

4) Doom (1993)

3) Doom Eternal

2) Doom 3

1) Doom (2016)

Qual é a arma favorita de vocês? Atirar de perto ou de longe? Escrevam aí embaixo que nós vamos ler tudo.

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Os 10 melhores documentários sobre crimes na Netflix

Os 10 melhores documentários sobre crimes na Netflix

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A Netflix tem investido pesado em produções que falam sobre crimes reais para integrar seu catálogo original. O mundo dos streamings, no geral, permitiu que muitas histórias reais chegassem até o público. Uma boa docussérie fisga o espectador de uma forma fascinante ao se aprofundar nas teorias e detalhes dos eventos apresentados.

Por isso, se você quer fazer uma maratona para mergulhar nas investigações dos casos criminais mais famosos do mundo, a locadora vermelha é o lugar certo!

Confira os 10 melhores documentários sobre crimes na Netflix.

(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

A história do Hotel Cecil integra a primeira temporada de uma série que pretende explorar os mistérios ao redor de diversos locais de crimes contemporâneos.

Joe Berlinger foca no hotel de Los Angeles, que tem sido lugar de muitos acontecimentos misteriosos, mortes e estadias suspeitas. O mais conhecido deles é o caso de Elisa Lam.

9 – Quem é JonBenét

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

JonBenét Ramsey é um dos nomes mais conhecidos no mundo dos crimes reais. O caso está atrelado a um exorbitante número de teorias da conspiração. O filme permite ao espectador criar a sua própria ao recriar esse evento angustiante.

Em 1996, no dia 26 de dezembro, a miss mirim, JonBenét Ramsey, de apenas 6 anos, foi encontrada morta em sua própria casa. No documentário, o diretor Kitty Green divulga uma chamada de elenco a fim de observar a interpretação das pessoas em relação ao que aconteceu.

8 – Cenas de um Homicídio: Uma Família Vizinha

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

A vida de uma família comum americana se transforma em uma história de assassinato brutal. Essa série documental mostra os crimes de um dos homens mais odiados dos EUA que, além de ter começado um relacionamento extraconjugal, matou sua esposa grávida e suas duas filhas pequenas.

No começo, Chris Watts era tido como um pai de família que buscava sua esposa e filhas desaparecidas, quando o caso teve uma reviravolta que resultou no homem confessando o crime.

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

O documentário de 13 episódios questiona o caso de Michael e Kathleen Peterson. Acusado de empurrar sua esposa das escadas, Peterson é analisado e gera uma série de dúvidas sobre todos os casos de tribunal que você verá.

O seriado oferece um panorama sobre o sistema judicial americano, homofobia sistêmica, mentiras pessoais, os limites da empatia e os caminhos que as pessoas tomam para evitar duras verdades.

6 – Wild Wild Country

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

Essa série documental dos Irmãos Duplass conta a ascensão dos seguidores do guru indiano “Osho”, ou Bhagwan Shree Rajneesh, que se mudou para o norte do Oregon nos anos 80.

O que começou como um retiro com o líder, no rancho The Big Muddy, que depois virou o Rajneeshpuram, logo se tornou a sede de um culto para o grupo.

5 – Sequestrada à Luz do Dia

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

O filme de Skye Borgman narra a história da família Broberg, da qual uma das filhas foi sequestrada pelo seu vizinho Robert ‘B’ Berchtold, que, após capturar Jen pela primeira vez, manipulou a família a retirar as acusações e continuou passando tempo com a menina dentro da sua própria casa, somente para acabar a sequestrando novamente dois anos depois.

Os métodos de Berchtold são de um verdadeiro monstro predador que destruiu a família Broberg para que pudesse chegar a Jen.

4 – Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

É difícil falar de criminosos conhecidos sem citar o famigerado Ted Bundy, provavelmente o serial killer mais notório de todos os tempos. Do diretor Joe Berlinger, a minissérie documental recruta a ajuda de sobreviventes, familiares das vítimas, e até de sua namorada de longa data para fornecer alguns pontos de vistas sobre os crimes grotescos de Bundy.

Além disso, materiais exclusivos com o próprio serial killer são incluídos na docussérie, fazendo com que o público possa invadir a mente e a psique do assassino.

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

Um dos maiores sucessos sobre crimes da Netflix, Making a Murderer mostra a corrupção dentro do sistema legislativo, no qual Steven Avery se encontra sendo acusado do estupro e assassinato de Teresa Halbach.

Em um período de 10 anos, o documentário leva o público para dentro de um dos maiores casos criminais em que reputação é tudo e as coisas nunca são o que parecem.

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

Essa minissérie de 7 episódios mostra uma sequência de fatos bizarros que envolvem o caso de Tiger King. Uma loucura atrás da outra narra os atos de Joe Exotic, dono de um zoológico felino em Oklahoma, que estava envolvido em inúmeras atividades criminosas que incluíam, até mesmo, assassinato.

1 – Don’t F**k With Cats: Uma Caçada Online

(Netflix/Reprodução)(Netflix/Reprodução)Fonte:  Netflix 

Luka Magnotta é um ator pornô que compartilhava vídeos das formas que machucava e matava animais. O ato enfureceu um grupo de defensores dos animais que começou a investigar o homem e começou uma caçada internacional para encontrá-lo e colocá-lo à mercê da justiça.

E como se assassinar gatinhos não fosse ruim o suficiente, os detetives online ainda descobriram que Magnotta era responsável por um crime humano: o assassinato de Lin Jun.

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Alphabet: tudo o que sabemos sobre a empresa dona do Google

Alphabet: tudo o que sabemos sobre a empresa dona do Google

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A Google é uma empresa que começou simples em 1998, como um serviço de buscas na internet, até virar uma gigante da tecnologia com projetos em áreas bem diferentes. E o empreendimento cresceu tanto ao longo dos últimos anos que ela precisou se reestruturar, ganhando uma “dona” para ajudar a traçar os seus planos para o futuro.

É a Alphabet, uma empresa criada em outubro de 2015 e que até hoje causa certa confusão de quem é ou não ligado no mercado da tecnologia. Afinal, a Google foi comprada por alguém? Quem são os atuais donos dela? Essas respostas são explicadas pelos próprios cofundadores da empresa e indicam a preocupação da gigante em não se acomodar.

Sopa de letrinhas

De acordo com a breve descrição no site da marca, a Alphabet é uma “coleção de companhias” — ou seja, uma grande empresa que tem como principal objetivo reunir e supervisionar o andamento de outras companhias.

Ela foi criada pelos próprios cofundadores da Google, Larry Page e Sergey Brin, como parte de uma reestruturação estratégica da marca. A ideia era reduzir a quantidade de subsidiárias que precisavam responder  diretamente à Google, ao mesmo tempo sem impedir o desenvolvimento de projetos mais ambiciosos.

Page e Brin nos primeiros anos da Google.Fonte:  Wikimedia Commons 

Segundo a dupla, o nome tem um significado duplo: além de o alfabeto ser uma união de letras, representadas pelas empresas, o termo em inglês pode ser separado em “Alpha” e “bet” — aposta no Alfa, termo do mercado financeiro relacionado ao retorno obtido por investimentos.

Com a novidade, algumas subdivisões que antes eram parte da Google, mas pouco tinham a ver com a ideia original, passaram a fazer parte da Alphabet e são mantidas como se estivessem em uma incubadora, até que os projetos cresçam de fato e apresentem resultados palpáveis ou comerciais.

Até o site da Alphabet é bastante minimalista.Até o site da Alphabet é bastante minimalista.Fonte:  Alphabet 

As “letras” da Alphabet atualmente incluem setores como:

  • a Waymo, de carros autônomos;
  • a DeepMind, que lida com inteligência artificial;
  • a Nest, de sensores para casas inteligentes;
  • a Wing, que pesquisa drones para fazer entregas.
  • a Verily, que desenvolve tecnologias no segmento de saúde;
  • a Google Fiber, que oferece serviços de internet via cabo.
  • a X, que tem ideias mais mirabolantes e ainda pouco desenvolvidas.

Porém, nem todos dão certo: o projeto Loon, de levar internet para localidades remotas usando balões, foi descontinuado em janeiro de 2021.

Os braços que estão mais diretamente voltados para serviços de internet permanecem sob o controle direto da Google, incluindo Android e YouTube.

Para que ela serve?

Por causa da atuação do conglomerado na parte administrativa, as empresas sob o seu guarda-chuva ficam mais livres para desenvolver diretamente os projetos. Assim, a Google é considerada uma subsidiária da Alphabet, mesmo que nenhuma aquisição tenha sido feita.

As ações da Google “unificada” até 2015 foram transformadas em ações da Alphabet, mas a identificação da empresa na bolsa de valores da Nasdaq segue inalterada: GOOG e GOOGL.

E, se os números da Google já eram impressionantes antes, ficaram ainda maiores com uma empresa abraçando todos os empreendimentos. A Alphabet fechou o período de 2020 com uma receita total de US$ 56,9 bilhões, em um crescimento de 45,3% em relação ao ano anterior graças ao desempenho de setores como busca, nuvem e reprodução de vídeos.

Sundar Pichai.Sundar Pichai.Fonte:  Google 

Atualmente, Google e Alphabet estão mais juntas do que nunca. De forma inesperada, em dezembro de 2019, a dupla de cofundadores da Google anunciou a saída da empresa para focar em outros investimentos.

O escolhido para comandar a holding foi a mesma pessoa que já estava no controle da Google: Sundar Pichai, executivo veterano da divisão do Android e que agora acumula os dois cargos de CEO.

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Como ativar os assistentes de busca Siri, Google e Alexa

Como ativar os assistentes de busca Siri, Google e Alexa

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Tocar músicas, fazer ligações, ler notícias, informar a previsão do tempo, traçar rotas, pesquisar receitas, enviar mensagens e agendar compromissos são apenas algumas das funções realizadas pelas assistentes de voz, trazendo muita praticidade para a nossa rotina.

Presentes em celulares, displays inteligentes, caixas de som, computadores e outros dispositivos, as assistentes virtuais funcionam por meio de comandos de voz, bastando dizer a tarefa desejada para que elas entrem em ação e realizem o trabalho.

Atualmente, temos várias opções de assistentes pessoais, como a Cortana que funciona no Windows 10 e a Bixby nos gadgets da Samsung. Porém, as mais populares são o Google Assistente, a Siri e a Alexa, encontradas na maioria dos smartphones e outros dispositivos compatíveis.

Já chamou o Google Assistente hoje?Fonte:  Google/Divulgação 

Normalmente, elas são ligadas por padrão, mas se você ainda não conseguiu usá-las devido a algum motivo, acompanhe as dicas abaixo para ativá-las no celular.

Como ativar a Siri

Uma das assistentes de busca mais antigas, a Siri nasceu como um app para BlackBerry e Android, mas após ser comprada pela Apple em 2010 se tornou uma ferramenta exclusiva da Maçã.

Ela estreou no iPhone 4S em 2011 e desde então é conhecida por ser uma assistente virtual bem humorada, podendo realizar tarefas como abrir apps, identificar músicas, ativar alarmes, enviar mensagens e muito mais.

Oi Siri? Caso não haja resposta, verifique se ela está ativada, no menu "Ajustes".Oi Siri? Caso não haja resposta, verifique se ela está ativada, no menu “Ajustes”.Fonte:  Apple/Divulgação 

Por padrão, ela vem ativada nos dispositivos da Apple (iPhone, iPad, Apple TV, Mac etc), bastando dizer a frase “E aí Siri”, seguida da solicitação desejada. Se quiser conferir a temperatura do dia, por exemplo, fale: “ E aí Siri, como está o tempo hoje?”.

No iPhone X e modelos posteriores, a ativação da Siri também pode ser feita pressionando o botão lateral e falando o que você necessita. Dependendo do modelo do celular ou do dispositivo, pode ser necessário ainda apertar o botão Início ou o botão do comando de voz encontrado em sistemas multimídia de carros e no controle da Apple TV.

Como ativar o Google Assistente

Lançado em 2016, o assistente de voz da Google é uma evolução do antigo Google Now e pode ser usado em smartphones Android, no iPhone, em smart TVs, tablets e PCs. A ferramenta permite realizar pesquisas, agendar eventos, descobrir restaurantes, executar faixas musicais e muitas outras tarefas.

Ele é ativado por padrão nos celulares com o sistema operacional da Google, bastando segurar o botão Home e dizer “Ok, Google”. Na sequência, o dispositivo mostrará na tela a mensagem “Olá, como posso ajudar?”, indicando que o assistente está pronto para ser usado. Alguns modelos, como o LG K40S, trazem um botão dedicado à ferramenta.

Ícone "Explorar" em destaque, para configurar o assistente da Google.Ícone “Explorar” em destaque, para configurar o assistente da Google.Fonte:  André Dias/Reprodução 

Mas se por algum motivo o aparelho não estiver com o Google Assistente ativado, siga as dicas abaixo para ligá-lo:

  • Toque e segure o botão Home;
  • Pressione o ícone “Explorar”, no canto inferior direito;
  • Em seguida, toque na sua foto de perfil, no canto superior direito, vá em “Configurações” e depois em “Assistente”;
  • Agora, pressione “Assistente” e selecione o seu aparelho em “Dispositivos com o Assistente”;
  • Na sequência, ative o Google Assistente e a detecção “Ok, Google”, tendo a opção de gravar a sua voz;
  • Finalizado o processo, segure o botão Home e diga “Ok, Google”.

Já para usar o Google Assistente no iPhone é necessário instalar o app da ferramenta no celular e adicionar um atalho para ele nas configurações da Siri.

Como ativar a Alexa

Cada vez mais personalizada, a assistente virtual da Amazon também tem conquistado um papel de destaque no mercado, com a sua capacidade de realizar inúmeras tarefas, desde pesquisar informações a pedir um Uber, passando por acender a luz, travar portas e ligar o ar-condicionado em uma casa inteligente.

Nos dispositivos da Amazon, como os gadgets da linha Echo, é só dizer “Alexa” e o que você deseja fazer para ativá-la (“Alexa, me acorde às 7h da manhã”, por exemplo, para acionar o alarme).

A Alexa desempenha inúmeras funções.A Alexa desempenha inúmeras funções.Fonte:  App Store/Reprodução 

Já para usá-la no celular ou tablet, você deve baixar o app Alexa, que funciona no Android e no iOS, para ativá-la a partir do próprio aplicativo. Ela também está no streaming de música da Amazon, permitindo usar a plataforma sem tocar na tela do dispositivo.

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Genshin Impact: gastos anuais serão o dobro do orçamento inicial

Genshin Impact: gastos anuais serão o dobro do orçamento inicial

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Genshin Impact tem se mostrado um verdadeiro sucesso entre o público, e o time da MiHoYo deve ter várias ideias para conteúdos futuros. E, de acordo com uma informação revelada pelo presidente da companhia, isso deve custar em torno de US$ 200 milhões anuais – o dobro do usado para o desenvolvimento inicial, que aparentemente foi de US$ 100 milhões.

O dado em questão foi confirmado por Cai Haoyu em entrevista ao site chinês 16p, o que aparentemente nos leva a pensar que esse orçamento é bem maior que o de muitos projetos que estão ativos por aí (especialmente se considerarmos o fato de este ser um título gratuito). Outro detalhe mencionado é que atualmente a produtora tem 700 pessoas trabalhando no game, ou seja, quase 30% do total de funcionários presentes em seu quadro (que atualmente é de cerca de 2.400 profissionais).

Genshin Impact está disponível em versões para PC, Playstation 4, iOS e Android.

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Como ver o Google Maps no modo satélite pelo celular e PC

Como ver o Google Maps no modo satélite pelo celular e PC

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O Google Maps é um dos aplicativos mais utilizados para se localizar, procurar, criar uma rota, e até mesmo visualizar as condições do trânsito em tempo real. Através de um satélite, é possível também ver mais detalhes de uma região, como casas, estabelecimentos comerciais e empresas, tudo de uma visão aérea e em boa definição, como mostra essa lista com belas imagens feitas com o serviço

O Tecmundo te ensina como visualizar o mapa através desse Modo Satélite tanto no PC como nos dispositivos móveis. Confira:

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In The Lost Lands: adaptação de George R.R. Martin anuncia elenco

In The Lost Lands: adaptação de George R.R. Martin anuncia elenco

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Milla Jovovich (franquia Resident Evil) e Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) estrelarão In The Lost Landsfilme baseado no conto de fantasia criado por George R.R. Martin (Game of Thrones). A adaptação será comandada por Paul W.S. Anderson (Resident Evil 6: O Capítulo Final), que explorará a natureza do bem e do mal, além dos conceitos de amor e perda.

A aventura seguirá uma rainha, desesperada para obter o dom de mudar de forma. Assim, ela contratará a feiticeira Gray Alys (Jovovich), uma mulher tão temida quanto poderosa. Após receber essa missão, ela será enviada para um deserto fantasmagórico, ao lado de seu guia Boyce (Bautista).

Dupla de Resident Evil e Dave Bautista serão os responsáveis pela adaptação do conto de George R.R. MartinFonte:  Deadline/Reprodução 

O projeto, com roteiro de Anderson, será feito pela produtora FilmNation e seguirá para venda dos direitos de distribuição no European Film Market (EFM). Este trata-se de um evento virtual, no qual representantes da indústria cinematográfica reúnem-se para gerar contratos e promover colaboração, que leva a encontrar plataformas de exibição das atrações em desenvolvimento.

Vale lembrar que In The Lost Lands já contou com uma tentativa de sair do papel. Em 2015, a atriz foi sondada para protagonizar uma versão antiga da história, porém a ideia não avançou. Mais novidades sobre o futuro da adaptação devem ser reveladas em breve, pois o EFM terá início no próximo sábado (01).

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