Bolsonaro reforça promessa de nomear ministro evangélico ao STF, durante café com pastores

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Bolsonaro reforça promessa de nomear ministro evangélico ao STF, durante café com pastores

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Jair Bolsonaro recebeu no Palácio do Planalto o pastor José Wellington Jr. e outros pastores da mesa diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus. (Foto: CGADB)

Em café da manhã com evangélicos, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira que os próximos indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) estarão alinhados aos “valores” de seu governo. Bolsonaro disse que indicaria até o final do seu mandato pelo menos dois nomes: um evangélico e outro conservador.

Bolsonaro recebeu o presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), Pastor José Wellington Jr., juntamente com parte da mesa diretora da organização cristã.

Além de Bolsonaro, também estiveram no encontro a Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que ajudou a intermediar a reunião, além de parlamentares evangélicos.

Segundo informações do jornal O Globo, durante o café, o presidente reafirmou que até o final de seu mandato, indicará dois ministros para o STF: um deles deve ser evangélico e o outro, deve ser ao menos conservador em seus valores.

Ainda não se sabe qual exatamente será a ordem dessas nomeações, porém a primeira delas deve ocorrer em breve, considerando que o ministro Celso de Mello já anunciou que irá antecipar sua aposentadoria para outubro (2020), liberando assim uma dessas vagas.

Hoje, o mais cotado para a primeira vaga é o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira. Também aparece como opção em análise no Palácio do Planalto o ministro da Justiça, André Mendonça, que é pastor evangélico.

Ainda estão no radar o juiz William Douglas, que teria apoio do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e do pastor Silas Malafaia; o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio Noronha, que concedeu prisão domiciliar a Fabrício Queiroz; e o procurador-geral da República, Augusto Aras, cujo nome já foi ventilado pelo presidente para uma eventual terceira vaga.

Fonte: O Globo e Guia-me


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