Tatá Werneck se retrata após piada transfóbica no Lady Night

Tatá Werneck se retrata após piada transfóbica no Lady Night

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Tatá Werneck pediu desculpas por piada transfóbica no Lady Night (Imagem: Reprodução/ Multishow)

Tatá Werneck decidiu pedir desculpas por uma piada considerada transfóbica que ela soltou no Lady Night, do Multishow. Durante a entrevista com a rapper Gloria Groove, na última quinta-feira (12), ela se retratou.

A humorista pediu desculpas por já ter feito uma piada transfóbica, quando recebeu a cantora transexual Linn da Quebrada. “Fiz uma piada transfóbica e a Linn da Quebrada falou comigo”, disse.

“Se nesse espaço eu fiz isso, nesse espaço quero pedir desculpa e dizer que quero muito poder usá-lo para dizer as coisas corretas. Não faço mais que a minha obrigação”, comentou a famosa.

A drag queen Glória Groove, então, elogiou a apresentadora por reconhecer o erro, destacando que Tatá Werneck agiu com “maestria”.

“É difícil as pessoas se colocarem nesse lugar de se retratar. Existe um orgulho bem alto nas coisas que a gente não conhece direito”, afirmou a cantora.

A artista da Globo aproveitou e fez uma reflexão sobre a violência sofrida pela comunidade LGBTQI+ e sua função social como influenciadora na TV e nas redes sociais.

“Todo mundo erra, mas cara… tem coisas que não são erros, são crimes. A comunidade LGBTQI+ é a que mais morre. Quando eu sou transfóbica, estou falando de pessoas que, em maioria, são assassinadas até os 30 anos. Estou sendo criminosa de verdade [ao fazer a piada]”, assumiu.

“Minha obrigação como alguém que está na frente de um monte de gente no Instagram, na televisão, é levar a informação correta. Se eu falo errado, milhões de pessoas vão falar”, completou.

Assista ao trecho do programa na íntegra:


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Fábio Almeida é jornalista, produtor multimídia e um apaixonado pelo que acontece na televisão. É redator e responsável pela coluna “Do Fundo do Baú”, publicada às quintas-feiras no RD1, com conteúdos marcantes da história da TV brasileira. Está nas redes sociais no @luizfabio_ca e também pode ser através do email luizfabio@rd1audiencia.com

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Cientistas observam colisão de duas estrelas de nêutrons

Cientistas observam colisão de duas estrelas de nêutrons

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Pesquisadores da Universidade Northwestern, em Illinois (EUA), acreditam ter registrado, pela primeira vez, um fenômeno raro de ser observado no universo: o nascimento de um magnetar, formado a partir da colisão de duas estrelas de nêutrons.

O primeiro sinal do evento foi captado por astrônomos em 22 de maio, quando uma explosão de raios gama muito mais intensa do que o normal e sem origem definida foi observada pelo telescópio espacial Hubble e pelo observatório flutuante Neil Gehrels Swift.

Num estudo publicado nesta semana na revista científica The Astrophysical Journal, os autores argumentam que a origem dessa explosão de raios gama foi o choque de duas estrelas de nêutrons a 5,47 bilhões de anos-luz da Terra.

A fusão deixou em seu lugar uma kilonova, que em seguida deu lugar a um magnetar — uma espécie de estrela “morta” super magnética.

São coautores do estudo os astrônomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian. Além dos telescópios Hubble e Swift, foram utilizados observatórios de várias partes do mundo para coletar informações sobre o fenômeno, como o Very Large Array, no Novo México (EUA) e o Observatório W. M. Keck, no Havaí.

Estrelas de nêutrons são chamadas de “mortas” pois são o resultado do colapso de estrelas comuns. São objetos extremamente densos, com massa semelhante à do nosso Sol, mas concentrada num espaço do tamanho de uma pequena cidade. Uma kilonova é a explosão que ocorre com a colisão de duas estrelas de nêutrons.

Até hoje, cientistas acreditavam que, após a kilonova, esse tipo de colisão dava origem a um buraco negro. Mas a luz infravermelha que acompanhava os raios gama, detectada pelo telescópio Hubble, era brilhante demais para um buraco negro.

“Ao tentarmos montar o quebra-cabeça dessa explosão de raios gama, uma peça não estava se encaixando corretamente”, explicou Wen-fai Fong, pesquisadora da Universidade Northwestern e autora do estudo que analisa o fenômeno.

A análise do material “mostra que explosões curtas de raios gama realmente se formam a partir de colisões de estrelas de nêutrons, mas, surpreendentemente, o resultado dessa colisão pode não ser um buraco negro, mas provavelmente um magnetar”, disse Fong.

Um magnetar é uma estrela de nêutrons com um campo magnético muito mais poderoso — mil vezes mais intenso do que o de uma estrela de nêutrons comum, como as duas que se chocaram e formaram o novo objeto.

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A descoberta joga luz sobre um fenômeno difícil de ser observado a partir da Terra e traz mais informações sobre como funciona o nosso universo, segundo os autores do estudo.

“Achamos que a maioria dos magnetares é formada na morte explosiva de estrelas massivas, deixando para trás essas estrelas de nêutrons altamente magnetizadas”, explicou Fong. “No entanto, é possível que uma pequena fração deles surja em colisões de estrelas de nêutrons.”

“Nunca vimos evidências disso antes, muito menos na luz infravermelha, o que torna esta uma descoberta especial.”

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Thiago Fragoso revela que só vota em mulheres e manda recado

Thiago Fragoso revela que só vota em mulheres e manda recado

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Thiago Fragoso dá opinião sobre votos em mulheres (Imagem: Divulgação/ Globo)

Thiago Fragoso é sempre discreto e não gosta de exibir ou falar da sua vida fora da TV. No entanto, ele tem interagido cada vez mais com seu público nas redes sociais e está começando a falar sobre suas crenças e posicionamentos.

Em entrevista ao F5, o ator destacou: “As coisas que eu penso que a gente tem que brigar para construir um mundo melhor, entendeu?”. Nas plataformas, o galã ainda faz questão de defender o SUS (Sistema Único de Saúde) e comemorou a derrota de Donald Trump nas eleições americanas.

Na conversa, ele também garantiu que só vai votar em mulheres nas eleições municipais, apesar disso Thiago Fragoso revelou que não pretende entrar na polarização.

“Temos que tentar manter o diálogo. É até uma questão que eu vi recentemente sobre os terraplanistas. Vi um cientista falando que é irresponsabilidade a gente zoar, fazer piada. Quanto mais você ridiculariza, mais você transforma aquilo num nicho que não vai se comunicar com mais ninguém”, afirmou.

O famoso ainda destacou que por muito tempo colocou filtros para impedir haters e palavrões em comentários nas suas redes. “Pô, o cara vai entrar no meu perfil e falar Globo lixo? Não, desculpa, é um troço agressivo”, disparou.

“Isso é até engraçado. Quem é muito de esquerda diz que a Globo é de direita, e quem é de direita diz que a Globo é de esquerda, e a gente acaba pagando o pato porque não temos nada a ver com isso”, completou.


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A Redação do RD1 é composta por especialistas quando o assunto é audiência da TV, novelas, famosos e notícias da TV.  Conta com jornalistas que são referência há mais de 10 anos na repercussão de assuntos televisivos, referenciados e reconhecidos por famosos, profissionais da área e pelo público. Apura e publica diariamente dezenas de notícias consumidas por milhões de pessoas semanalmente. Conheça a equipe.

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Youtuber coloca peixes para zerar Pokémon Sapphire (e não é que eles conseguiram?)

Youtuber coloca peixes para zerar Pokémon Sapphire (e não é que eles conseguiram?)

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Os jogadores estão sempre procurando maneiras criativas para zerar um jogo, mas um youtuber do Japão decidiu levar essa ideia a outro nível.

Trata-se do criador do canal Mutekimaru, do YouTube, que colocou seus próprios peixes para zerar Pokémon Sapphire. Demorou cerca de 3 mil e 190 horas, mas os pequenos betas conseguiram!

Para que isso fosse possível, o youtuber mapeou os tanques dos peixes com setas direcionais e os botões A e B. Conforme eles nadavam, o personagem do jogo se mexia e realizava ações aleatórias.

Tudo foi registrado em uma transmissão ao vivo, e é possível conferir como a ideia funcionava no vídeo logo abaixo.



O youtuber ainda explicou que, para que nenhum peixe ficasse cansado ou doente, ele os trocava a cada 12 horas para revezar o posto de jogador.

Ele compartilhou tudo em uma série de publicações no Twitter.

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Review Amazon Fire TV Stick Lite: mais rápido e com botão Alexa no controle [análise/vídeo]

Review Amazon Fire TV Stick Lite: mais rápido e com botão Alexa no controle [análise/vídeo]

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O Amazon Fire TV Stick Lite chegou ao Brasil no segundo semestre de 2020 para disputar mercado com o Roku Express; ambos são vendidos por R$ 349. Além do Express, o gadget da Amazon compete com a Mi TV Stick e com o Google Chromecast. E como o próprio nome apresenta, este Fire TV Stick é mais básico, porém traz melhorias significativas.

O desempenho melhorou, o controle agora tem microfone e botão para acionar a Alexa, e a Amazon promete mais de 100 mil filmes e séries com Netflix, Prime Video e Apple TV que estão embarcados, entre outros. Os conteúdos, no entanto, são exibidos em Full HD, ou seja, nada de 4K por aqui. Será que compensa? Eu testei o Amazon Fire TV Stick Lite nas últimas semanas e conto todos os detalhes neste review.

Análise do Amazon Fire TV Stick Lite em vídeo

https://www.youtube.com/watch?v=4Oj00GF-RYw

Aviso de ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente de tecnologia que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises de produtos são opinativas e não possuem nenhuma intenção publicitária. Por isso, sempre destacamos de forma transparente os pontos positivos e negativos de cada produto.

Nenhuma empresa, fabricante ou loja pagou ao Tecnoblog para produzir este conteúdo. Nossos reviews não são revisados nem aprovados por agentes externos. O Fire TV Stick Lite foi fornecido pela Amazon por doação. O produto será usado em conteúdos futuros e não será devolvido à empresa.

Kit e instalação

Na caixa, além do Fire TV, a Amazon envia um controle remoto Bluetooth acompanhado de duas pilhas palito alcalinas, um cabo USB de 149 centímetros, outro cabo extensor de HDMI e, por fim, um adaptador de energia de 9 watts.

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Eu já gostava bastante do Fire TV Stick Basic devido à praticidade e esta versão de 2020 novamente ganha pontos comigo, já que é possível instalar o produto facilmente em outro televisor, caso seja necessário.

Para fazer a instalação você precisa conectar o Fire TV Stick Lite em uma entrada HDMI na TV. Caso tenha algum problema de espaço na traseira do equipamento, basta utilizar o extensor HDMI.

Já o cabo USB é responsável por energizar o dispositivo; essa alimentação pode ser feita através da porta USB-A do televisor ou, então, utilize a fonte enviada pela Amazon. Depois disso, ligue a TV e selecione a entrada HDMI.

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A etapa de configuração é fácil e não toma muito tempo. Como eu já tenho uma conta na Amazon, o procedimento acabou sendo ainda mais rápido. Para funcionar, o Fire TV Stick Lite precisa estar conectado ao Wi-Fi — ele consegue trabalhar com redes de 2,4 GHz e 5 GHz.

Além da performance, outra grande novidade deste produto é o controle remoto, que ficou maior e, felizmente, ganhou microfone e integração com a Alexa.

O equipamento ainda traz botões de navegação, selecionar, voltar, tela inicial, menu, retroceder, avançar, reproduzir/pausar e o guia. A Amazon perdeu a oportunidade de incluir botões de volume e de liga/desliga, tão essenciais para um produto como esse. Infelizmente, a concorrência vai pelo mesmo caminho, digo isso porque o Roku Express também fica devendo eles.

Software e desempenho

O Fire TV Stick Lite tem uma interface que considero excelente, até melhor que a da Roku. Ele roda Fire OS e traz Netflix, Prime Video, YouTube e o navegador próprio pré-instalados. Inclusive, os conteúdos pertencentes à Amazon dominam no sistema e, como eu sou assinante do Prime Video, todos os filmes e séries presentes no catálogo deles aparecem logo na tela inicial, bem como as produções que assisti recentemente.

Interface do Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Interface do Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Na área superior estão os menus com página inicial, seus vídeos, filmes, séries, aplicativos além de configurações, que permite acessar outra tela para verificar todas as notificações, informações do Fire TV, alterar a rede, ajustes de acessibilidade, da Alexa, entre outros.

A loja de aplicativos é bem organizada e tem categorias como business, comunicação, educação, música, notícias e por aí vai.

Entretanto, o Fire TV Stick Lite continua decepcionando na lista de serviços de streaming. Algumas plataformas populares como Globoplay e HBO GO não estão disponíveis. O Disney+ ainda não aparecia enquanto eu produzia este review. Você encontrará Telecine Play, Vivo Play, Looke, Plex, Vix, Spotify e Deezer. O dispositivo tem 8 GB de memória interna, entretanto, ele chegou para mim com apenas 4,22 GB.

Interface do Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Interface do Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O desempenho do Fire TV Stick Lite me chamou a atenção: o set-top-box trabalha com um processador quad-core de 1,7 GHz que consegue dar conta do recado. A Amazon afirma que ele é 50% mais rápido que a versão de 2017. Durantes os meus testes, de fato, não notei travadas ou fechamentos inesperados, e a navegação é muito fluída.

É possível instalar jogos pagos e gratuitos no gadget; títulos como Pac-man, Hot Wheels: Race off e Crossy Road estão na loja de aplicativos. Com relação à performance, Asphalt 8: Airborne rodou muito bem sem apresentar engasgos, mas recomendo jogar com um joystick, pois a experiência é melhor. Mouse e teclado sem fio também podem ser conectados.

Crossy Road no Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Crossy Road no Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Asphalt 8 no Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Asphalt 8 no Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Por falar em controle, agora é possível usar a Alexa para abrir um aplicativo, perguntar a hora ou a temperatura em uma região. Você pode dizer “Alexa, procure por comédias”, “abra o YouTube”, “tocar wow de Post Malone” ou então pedir para ela tocar uma playlist para cozinhar, por exemplo.

Caso já esteja imersivo no ecossistema da Amazon, saiba que é viável ligar e desligar a TV através de smart speakers da empresa, basta dizer “Alexa, ligar a TV” ou “Alexa, desligar a TV”. Eu mesmo consegui controlar o Fire TV Stick Lite com um Echo Dot de 3ª geração e por aqui essa integração funcionou eficientemente.

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Por fim, o espelhamento de tela não funciona direito ao reproduzir jogos e vídeos na TV devido aos muitos engasgos na imagem e no áudio. Você só vai ter uma experiência favorável ao transmitir conteúdos estáticos, então é melhor considerar isso antes de adquirir o produto.

Qualidade de imagem

Como dito anteriormente, o Fire TV Stick Lite exibe conteúdos em Full HD, a 60 frames por segundo, com suporte ao HDR, entregando imagens com mais contrastes. Em configurações, ao acessar o menu “tela e som”, o usuário pode fazer ajustes de resolução de vídeo, intensidade de cor, calibrar a tela, entre outros.

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Este Fire TV Stick atenderá bem às necessidades de clientes menos exigentes sem TV Ultra-HD em casa, é claro.

A empresa até comercializa um Fire TV 4K, mas ele ainda não está disponível na Amazon do Brasil. A boa notícia é que a empresa já homologou a versão 4K em nosso país, como mostrou o Tecnoblog em agosto. Mas se não quiser esperar, talvez seja melhor partir para modelos 4K de outras marcas.

Amazon Fire TV Stick Lite: vale a pena?

Em relação ao Basic de 2017, sim, o Fire TV Stick Lite traz upgrades consideráveis: a interface segue bonita e bem organizada, o desempenho melhorou e o controle com Alexa é muito bem-vindo. Outro ponto positivo existente aqui é a possibilidade de conectar teclados, mouse e joystick por Bluetooth.

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Amazon Fire TV Stick Lite (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Mesmo com esses ótimos recursos, o produto não me conquistou por completo. A lista de streaming poderia ser mais completa para disputar melhor com o Roku Express, que, nesse quesito, acaba levando vantagem. Além disso, o controle remoto não tem botões de volume e de liga/desliga, e o espelhamento continua ruim.

Por fim, penso que o Fire TV Stick Lite faz mais sentido para quem já é assinante do Amazon Prime, já que o Prime Video e o Amazon Music dominam na interface.

Três anos depois e a recomendação é a mesma: se você está ciente das limitações dele, então faz sentido apostar no Fire TV Stick Lite, que pode ser um produto interessante para quem tem uma TV antiga que não é smart ou que não recebe mais atualizações e vive engasgando.

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Como postar Instagram Stories pelo computador

Como postar Instagram Stories pelo computador

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Instagram pode ser acessado com mais facilidade pelo smartphone, mas ele também possui uma versão para navegador. Este último é mais limitado, pois não permite realizar postagens diretamente, mas existem outros meios que podem ser utilizados para publicar no Instagram usando o PC.

Mas como é possível postar no Instagram Stories pelo computador? Existem métodos diversos e alguns acabam saindo de circulação depois de um tempo, mas aqui trazemos o tutorial para você que quer postar sua história em 2020. Confira o passo a passo:

1. Abra o Google Chrome em seu computador e digite instagram.com na barra de pesquisas.

2. Faça seu login na plataforma.

3. Usando o botão direito do mouse, clique em qualquer lugar da tela e procure a opção “Inspecionar”. Ao encontrar, basta selecioná-la.

4. Uma pequena faixa de informações será exibida na parte inferior da janela. É preciso encontrar a ferramenta “Toogle Device Toolbar”, disponível, em alguns casos, pelo atalho Ctrl + Shift + M. Ao clicar, o site do Instagram agora é mostrado como se estivesse sendo visto pelo celular.

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5. Geralmente, as informações não são carregadas completamente. Para que a página seja mostrada da forma correta, basta recarregá-la. Assim, será possível encontrar os botões em que o upload dos stories pode ser feito.

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6. Como tudo está sendo exibido exatamente como o Instagram para celular, basta clicar no símbolo da câmera, localizado no lado superior esquerdo, e selecionar o arquivo que você deseja postar em seu story.

Ajustando a imagem

Como o upload será feito direto pelo PC, é preciso ficar atento às configurações para que o arquivo seja posicionado da forma certa. Se não, é possível que fique cortado quando visto pelo celular ou apresente uma formatação diferente do esperado.

Caso a visualização da página ainda não seja ideal, é possível fazer algumas alterações para deixar o acesso confortável, com a interface mais parecida com a qual você está acostumado a ver no celular.

Para isso, basta acessar a barra mostrada no canto superior da tela. São dadas diversas opções de personalização, sendo que a primeira oferece alguns dos principais modelos de smartphone como Moto G e algumas variações do iPhone. É possível ir verificando as configurações mostradas e selecionar aquela que mais se parece com a que você costuma usar.

06084557239007Fonte:  Editado 

Além disso, o Instagram também oferece a possibilidade de mexer diretamente no zoom da tela, mostrando as publicações mais próximas ou distantes.

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Raiva e narcisismo alimentam poder das redes sociais

Raiva e narcisismo alimentam poder das redes sociais

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Martin Hilbert, conhecido por ter participado do primeiro estudo que calculou a quantidade de informação existente no mundo, tem analisado os efeitos do coronavírus sobre nossos hábitos digitais – e suas conclusões não são otimistas.

“O crescimento da digitalização sempre foi exponencial, mas a pandemia acelerou esse processo com esteroides”, afirma Martin Hilbert, pesquisador alemão da Universidade da Califórnia-Davis, nos Estados Unidos, e autor do primeiro estudo que calculou quanta informação existe no mundo.

Conhecido também por ter alertado sobre a coleta de dados da consultoria Cambridge Analytica durante a campanha eleitoral de Donald Trump um ano antes de estourar o escândalo, Hilbert tem acompanhado de perto os efeitos digitais do coronavírus.

E suas conclusões são pouco otimistas: ele diz acreditar que as pessoas não sabem como lidar com o poder dos algoritmos, que os governos não sabem usá-los a favor de seus povos e que as empresas resistem a adotá-los de modo ético.

Isso deveria preocupar especialmente a América Latina, “líder mundial no uso de redes sociais“, adverte Hilbert, que morou uma década no Chile como funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU) e hoje vive a 40 minutos de distância do Vale do Silício, nos EUA.

Em entrevista à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, ele diz que os desafios atuais podem exigir uma evolução da consciência humana:

BBC News Mundo – Quais novidades a pandemia trouxe para nossa relação com as redes sociais?

Martin Hilbert – Houve dois efeitos simultâneos: nos tornou mais sensíveis às sequelas tóxicas da digitalização, mas acelerou nossa dependência dela.

E também confirmou que o segundo efeito é mais poderoso que o primeiro: ser consciente de que esse vício nos faz mal não tem produzido nenhuma mudança em nossa conduta.

BBC News Mundo – Por que o Sr. acha que isso acontece?

Hilbert – É preciso entender como funciona a economia digital, na qual o recurso escasso a ser explorado é a atenção humana.

O negócio dos gigantes da tecnologia ? Google, Apple, Facebook, Amazon ? não é lhe oferecer anúncios publicitários, é modificar seu comportamento para otimizar o lucro desses anúncios.

E conseguem isso porque os algoritmos, ao processar milhões de dados sobre seu comportamento, aprendem a prevê-lo, melhor do que você mesmo.

Mas, ao conhecê-lo e exercer influência sobre você, precisam mantê-lo conectado. Por isso, as chamadas tecnologias persuasivas cumprem sua missão quando você se vicia e não consegue desviar sua atenção delas.

BBC News Mundo – Pelo que mostra o documentário O Dilema das Redes (disponível na plataforma Netflix), muitos no Vale do Silício se arrependem de ter criado essas tecnologias.

Hilbert – Aqui no Vale do Silício a expressão da moda é human downgrading [degradação humana], que resume a seguinte ideia: de tanto discutir quando a tecnologia superaria nossas capacidades, perdemos de vista que as máquinas estavam focando em conhecer nossos pontos fracos.

Ganhar uma partida contra um campeão de xadrez é o de menos. Sua verdadeira fonte de poder tem sido nos levar a nosso narcisismo, nossa raiva, ansiedade, inveja, credulidade e, claro, a nossa luxúria.

Ou seja, as tecnologias persuasivas apelam para te manter na versão mais débil de você mesmo, para que perca seu tempo nas redes.

BBC News Mundo – Alguns críticos têm dito que o documentário é alarmista, que carece de perspectiva histórica para entender que esses fenômenos não são tão novos.

Hilbert – Como todo documentário, ele deixa de cobrir aspectos importantes, como o cruzamento entre a tecnologia e as desigualdades. Mas eu não vejo um alarmismo exagerado.

Quem critica esses discursos usa uma frase típica: “Essas coisas sempre existiram”. E é verdade. De fato, o Facebook fez um estudo para mostrar que a rede social influencia menos na polarização política do que nosso apego inato aos amigos com ideias semelhantes.

Mas o mesmo estudo mostrou que os algoritmos de recomendação do Facebook duplicam esse efeito, e aí está o problema. Os ovos e a carne sempre fizeram aumentar o colesterol, mas nas últimas décadas potencializamos esse efeito comendo uma avalanche de sorvete e batata frita. Entende?

O que acontece é que nos custa admitir esse efeito sobre nós mesmos. Nos preocupa muito ver nossos filhos grudados o dia inteiro em uma chupeta digital, incapazes de se concentrar ou assimilando expectativas pouco realistas sobre seus corpos. Mas nós somos outra coisa, usamos as redes por diversão, ninguém está colocando uma chupeta na nossa boca.

BBC News Mundo – Mas é um fato que a tecnologia digital também nos presta serviços imprescindíveis. A pandemia deixou isso claro.

Hilbert – Sem dúvida, e isso não tem volta.

O crescimento da digitalização sempre foi exponencial. Mas a pandemia acelerou isso com esteroides. Embora também tenha mostrado suas limitações, não?

Dou aulas online há dois anos e conheço bem as desvantagens, mas agora as professoras primárias descobriram que para crianças de 7 anos não serve para nada.

Também acelerou o debate sobre privacidade, que antes era mais teórico: o que a Siri escuta, o que a Alexa escuta?

Outro dia, um pai desavisado estava colocando as calças enquanto minha filha de seis anos assistia à aula e, é claro, havia umas 30 famílias vendo um velho seminu atrás. Ou, de repente, você escuta um casal brigando no quarto ao lado (da videoconferência). Mesmo sem querer, você se mete na casa do outro o tempo todo. (…)

BBC News Mundo – A pandemia também nos permitiu constatar que as notícias falsas se multiplicam quando há interesses políticos por trás.

Hilbert – Sim, e aqui o problema é a economia de atenção.

Ao algoritmo não importa para que lado as notícias falsas o levam, simplesmente servem para prender (sua atenção), porque elas se enquadram melhor do que a verdade em nossos vieses cognitivos. Em particular, em dois deles.

BBC News Mundo – Quais?

Hilbert – Um é o viés da confirmação: se uma informação reforça a sua opinião, sabe-se que é 90% menos provável que você a identifique como falsa. Mesmo que digam que é falsa, é 70% mais provável que um tempo depois você lembre dela como verdadeira.

O segundo é o viés de novidade.

Nós evoluímos para prestar uma atenção desproporcional ao que é novo. Quem não fez isso foi comido pelo tigre. E a verdade não soa nova, soa como algo que você já escutou antes.

Dessa forma, as notícias falsas obtêm 20 vezes mais retuítes do que as verdadeiras.

E a vantagem dos algoritmos é que essas condutas são previsíveis: somos irracionais, mas previsivelmente irracionais.

Então, se você fosse um algoritmo programado para atrair cliques, o que faria para se destacar na pandemia? Priorizar mensagens alarmantes que culpem minorias religiosas por propagar o vírus ou um exército estrangeiro de levá-lo a Wuhan.

Você se sairá muito bem nas chamadas “métricas neutras”, que supostamente privilegiam o que gostamos, mas na realidade maximizam os lucros às custas da polarização.

BBC News Mundo – E do nosso bem-estar emocional, segundo acreditam muitos psicólogos.

Hilbert – No ano passado, um estudo experimental concluiu que desativar o Facebook por um mês aumenta o seu bem-estar subjetivo tanto quanto ganhar US$ 30 mil a mais por ano.

A explosão das redes sociais coincidiu com o aumento da ansiedade, da percepção de solidão, de suicídio entre adolescentes, sobretudo entre meninas.

Precisamos entender que esses algoritmos não afetam todos igualmente: buscam os mais frágeis. Se uma menina de 14 anos procura no YouTube um vídeo sobre como comer melhor, o algoritmo logo vai recomendar a ela um vídeo sobre anorexia, porque a experiência diz a ele que isso vai captar a atenção dela. E se ela for frágil, seguirá esse caminho.

Os usuários de YouTube, que são 2 bilhões, veem em média 40 minutos de vídeos por dia, dos quais 70% são recomendados por algoritmos. Cerca de 5% das recomendações são teorias conspiratórias absurdas: de que a Terra é plana, de que vacinas são perigosas, etc.

Fazendo as contas, duas de cada sete pessoas no mundo veem em média 1,5 minutos diários de teorias da conspiração. É quase uma religião global. Não acho que tantos cristãos rezem todos os dias.

Se você vê esse tipo de vídeo, começa a duvidar de tudo. E se a verdade dos fatos já não conta, as regras tampouco. Por isso, criar essa confusão interessa tanto aos líderes populistas ou autoritários.

BBC News Mundo – Também circulam teorias absurdas sobre manipulação digital ou sobre supostas intenções ocultas de Mark Zuckerberg.

Hilbert – Claro, alguns acham que Zuckerberg estuda nossa personalidade para ir a um sótão escuro com o Coringa e o Darth Vader planejar a dominação do mundo. Mas não funciona assim. Sequer há muitos psicólogos no Vale do Silício.

As tecnologias persuasivas encontram nossas fraquezas por tentativa e erro, colocam duas versões de uma mensagem e veem qual dá mais clique.

Assim eles descobriram que as publicações que causam indignação obtêm o dobro de curtidas e quase o triplo de compartilhamentos.

Esse método cego, de fato, fez redescobrir estratégias que figuram há anos em manuais de design de cassinos, projetados para te viciar.

Outra emoção muito bem-sucedida é o medo, porque reagir ao medo da tribo também é um aprendizado evolutivo.

Quando um búfalo sente medo de outro membro da manada, sai correndo sem saber por quê.

E, em fevereiro (no início da pandemia), você não estocou papel higiênico por ter lido a respeito da cadeia produtiva, mas por temor coletivo.

BBC News Mundo – Para dizer algo a favor delas, algumas redes sociais filtraram muitas notícias falsas sobre a pandemia, em um esforço inédito…

Hilbert – Sim. A Amazon eliminou muitos produtos que mentiam sobre o vírus, e o Facebook colocou advertências em milhões de publicações que faziam o mesmo.

Ao ver essas advertências, as pessoas não clicaram na notícia 95% das vezes. Mas de que isso serve, se a maioria das pessoas apenas lê as manchetes? As pessoas não se dão ao trabalho de ler o conteúdo em 70% dos links que retuitam.

E os 5% que não foram dissuadidos pela advertência correspondem a cerca de 2 milhões de pessoas.

Avaaz, uma organização sem fins lucrativos, informou que 104 afirmações falsas sobre o vírus foram vistas mais de 117 milhões de vezes no Facebook durante março e que a empresa demorou até 22 dias para emitir as advertências.

E falamos do conteúdo em inglês ? em outros idiomas o filtro é muito menor.

Isso deve preocupar os latino-americanos, porque são líderes mundiais no uso de redes sociais: em média 3,5 horas por dia.

BBC News Mundo – O Sr. defende que os Estados regulem com mais força o uso dessas tecnologias?

Hilbert – Com certeza. É verdade que as regulações eficientes costumam chegar quando uma indústria já alcançou certa escala, porque é difícil antecipar os riscos.

Quando surgiu o automóvel, um dos argumentos a seu favor era de que tornaria as cidades mais saudáveis, ao reduzir os excrementos de cavalo nas ruas.

Não podemos deixar as regras da sociedade nas mãos de alguns poucos engenheiros. Onde os dados devem ser armazenados? Que tipos de dados? Qual pode ser a sua finalidade? Temos que tirar essas perguntas nerds da garagem dos programadores, porque estamos quebrando vários acordos sociais com o poder desta economia desregulada.

BBC News Mundo – Em um artigo recente, o Sr. propõe que, assim como mudamos condutas para nos proteger do coronavírus, deveríamos adotar medidas de “desinfecção digital”.

Hilbert – Claro. As pessoas sabem que já é suficiente passar oito horas de trabalho diante de uma tela. Mas entra no quarto, respira e pega o celular mesmo assim, não consegue evitar.

E por mais que Apple e Google agreguem funções para ajudar você a monitorar seu consumo digital, as tecnologias seguem sendo projetadas para o vício.

Você diz: ‘Só vou checar uma notificação’. E 40 minutos depois (ao continuar conectado) fala: ‘Nossa, o que aconteceu?’. Aconteceu que o seu cérebro paleolítico não é páreo para a aprendizagem automática dos supercomputadores a respeito das suas vontades. (…)

Pode soar loucura, mas acho que estamos gerando uma nova pressão evolutiva sobre o Homo sapiens. Porque se queremos coexistir com máquinas que processam informação de modo muito melhor do que nós, teremos que produzir um salto de consciência. Ou seja, evoluir rumo a formas de consciência menos apegadas a processos de informação.

BBC News Mundo – Podemos induzir uma evolução desse tipo?

Hilbert – Não peça tanto a um acadêmico, mas vou contar algo que me surpreendeu muito.

Recentemente analisei, com dados do Facebook, o que as pessoas da América Latina fizeram com seu tempo livre durante a pandemia. E a única atividade que disparou em relação a épocas normais foi a meditação, tanto em interesse das pessoas quanto em download de aplicativos.

As mulheres, que sempre lideraram o uso desses aplicativos, duplicaram seu uso. E os homens triplicaram o seu, chegando ao nível que as mulheres tinham em 2019.

E o que buscamos com a meditação? Desconectarmos de nossos pensamentos.

E as tecnologias persuasivas funcionam como extensão de nossas mentes, desse diálogo interior que não conseguimos interromper.

É como quando você está irritado e argumenta na sua cabeça com uma outra pessoa e diz (internamente) a ela todo o mal que ela te fez. Essas tecnologias se conectam com esse diálogo interior, o externam por meio das redes sociais e aí te pegam.

Então, é interessante que a meditação tenha aumentado, que é um possível antídoto para isso. Cerca de 15% dos usuários do Facebook na América Latina demonstraram interesse pela prática.

BBC News Mundo – É contraditório que busquem o antídoto nas próprias redes sociais?

Hilbert – É que não se trata de apagar a internet. Isso não é uma opção se você quer ser parte da evolução desta sociedade.

No Vale do Silício, de fato, também há muito interesse na meditação. Estão fazendo testes com frequências sonoras, para encontrar aquelas cujos efeitos cerebrais ajudam a induzir ao desapego e a descansar dessa constante conexão.

(…) Se você olha para dentro de si, na sua cabeça não tem uma única opinião – tem um comitê discutindo. E quando a gente volta a intuir que precisa se desfazer dessas vozes, é porque descobre que são as mesmas vozes que estão no Facebook. Mas se desapegar delas não é tão fácil quanto baixar um app. (…)

BBC – O Sr. acha então que a saída não é tirar a tecnologia das pessoas, mas sim combater (os problemas) com mais tecnologia.

Hilbert – É assim porque a tecnologia é normativamente neutra: pode escalonar os problemas ou as soluções, conforme o uso que dermos para ela.

Agora, eu falo desse interesse na meditação como um sinal positivo, mas não como uma poção mágica.

Nós estamos apenas começando a descobrir os contornos da nossa mente digitalmente expandida. Mas estou convencido de que aprender a nos distanciarmos dessas tecnologias vai significar, no longo prazo, aprendermos a tomar distância de nós mesmos.

Um ególatra sem internet, nesse sentido, não seria parte da solução. (…)

BBC – E que medidas o Sr. recomenda?

Hilbert – Limpe sua mente com frequência, por pelo menos 20 segundos, principalmente depois de passar um tempo sem sentido nas redes sociais, durante o qual ficou exposto a algoritmos especializados em baixar sua guarda.

Fique quieto quando estiver a ponto de difundir um conteúdo de ódio ou que você sequer leu. E assuma a responsabilidade de ser um potencial vetor de contágio neste problema coletivo.

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Eliana surpreende ao mostrar filha falando japonês em vídeo

Eliana surpreende ao mostrar filha falando japonês em vídeo

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Eliana mostrou vídeo fofo da filha (Imagem: Reprodução / Instagram)

Eliana voltou a encantar os seus seguidores ao postar um vídeo em que sua filha, Manuela, aparece falando japonês. Na gravação, publicada no Instagram, a menina de 3 anos soltou um “arigatô”, que é “obrigado”, em português.

“Agradecer sempre!!! Lindo dia para todos nós!”, escreveu a apresentadora do SBT, na legenda da postagem, que recebeu muitos elogios de fãs e amigos.

“Muita fofura”, afirmou Veruska Boechat, viúva do jornalista Ricardo Boechat. “Linda”, disse Helen Ganzarolli. “It malia”, comentou Sandy, nos comentários.

Manuela é fruto do relacionamento de Eliana com o diretor de TV Adriano Ricco. Além da caçula, a artista do SBT também é mãe de Arthur, do seu romance com João Marcelo Bôscoli, um dos filhos de Elis Regina.

Recentemente, a apresentadora disse que tem vivido a experiência da maternidade em pleno vapor nessa quarentena. É que a convivência com os filhos se tornou ainda mais intensa nesse período em que estão todos em casa. Em entrevista à revista Crescer, ela falou sobre o momento.

“Nesta quarentena, 24 horas por dia e sem babá, estamos vivendo um intensivão familiar. Estou amando. Porém, a pressão de ficar em casa, sem contato com os amigos e outros familiares, aumenta a tensão e a ansiedade. Daí surge o desafio diário de manter a relação saudável, pois temos de educar, e isso inclui os ‘nãos’”, disse.


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Olivia Wilde e Jason Sudeikis terminam relacionamento de quase nove anos – 14/11/2020

Olivia Wilde e Jason Sudeikis terminam relacionamento de quase nove anos – 14/11/2020

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Olivia Wilde e Jason Sudeikis se separaram no início de 2020, após quase nove anos de relacionamento. A informação foi publicada ontem pelo site da revista People.

O relato é de que os dois — que começaram a namorar em novembro de 2011 e ficaram noivos em janeiro de 2013 — já estavam separados desde o começo do ano. Fontes ligadas a eles garantem que a separação foi amigável.

“Os filhos são a prioridade deles e o coração do relacionamento familiar”, disse uma pessoa ligada aos dois, que não teve o nome revelado.

A atriz e o ator têm dois filhos: Otis Alexander, nascido em 2014, e Daisy Josephine, nascida em 2016.

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13 receitas de torta de amora lindíssimas e muito saborosas

13 receitas de torta de amora lindíssimas e muito saborosas

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Inove na sobremesa com estas receitas de torta de amora. Além de um visual sofisticado, elas possuem um recheio cremoso que vai conquistar o seu paladar. Você pode variar o preparo das massas e incrementar a receita com frutas deliciosas. Aqui, você vai encontrar opções práticas para o dia a dia ou refinadas para uma ocasião especial. Confira!

1. Torta de amora com massa de bolacha

Até os iniciantes na cozinha vão conseguir fazer essa massa. Basta triturar a bolacha, misturar com manteiga e moldar na forma. Para completar, é só inserir o creme branco e finalizar com a cobertura de amora!

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2. Torta de amora no micro-ondas

Bateu vontade de doce? É só fazer essa torta de micro-ondas. A massa é feita apenas com farinha de trigo, manteiga e açúcar mascavo. Já para o recheio, você vai precisar apenas de amoras com açúcar. O resultado fica pronto em apenas 3 minutos!

3. Torta de amora com massa folhada

Para facilitar o processo, você pode utilizar massa folhada pronta como base da sua torta. Ela será recheada com uma mistura simples, feita na panela com os seguintes ingredientes: amora, água e açúcar mascavo. Não tem erro!

4. Torta de amora com açúcar mascavo

Além do recheio adocicado de amora com baunilha, esse preparo também possui um toque de doçura na massa. Ela é feita com açúcar mascavo, açúcar refinado, manteiga, farinha de trigo, sal e água. Ela pode ser modelada com as mãos e deve descansar por 15 minutos.

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5. Torta de amora com açúcar demerara

Essa torta é perfeita para uma ocasião especial. Ela leva um recheio incrementado de amoras, açúcar demerara, fécula de batata, limão, noz-moscada e pimenta-rosa. Sua montagem fica bem parecida com as versões internacionais, com tiras de massa na finalização.

6. Torta de amora com ricota

Se você ama misturar doce com salgado, essa é a escolha certa. O recheio da torta é um creme de ricota saboroso que será coberto com geleia de amoras. A massa também é bem prática e pode ser feita manualmente.

7. Torta de amora com morango

Com apenas 4 ingredientes, você pode fazer um recheio de frutas vermelhas delicioso. Tudo que você precisa é de amoras, morangos, açúcar e amido de milho. Essa mistura é feita na panela e vai formar um creme consistente e saboroso. Separe algumas frutinhas para arrasar na decoração!

8. Torta de amora com maracujá

Essa torta possui o equilíbrio perfeito entre doce e azedo. Ela é composta por massa, recheio cremoso de amora e cobertura de ganache de maracujá. A sobremesa fica um charme montada e assada em forminhas individuais!

9. Torta de amora com cereja

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Nessa receita, é possível fazer a massa e o recheio com poucos ingredientes. A massa é bem prática e o recheio saboroso é preparado com amoras, cerejas, farinha de amêndoas, limão-siciliano e açúcar refinado. Vale a pena experimentar!

10. Torta de amora com recheio de liquidificador

Preparar o recheio no liquidificador vai te poupar tempo e deixar o creme com uma consistência deliciosa. É só bater as amoras com leite condensado, creme de leite, iogurte natural e gelatina. As frutas também serão utilizadas novamente para fazer uma calda para cobrir a torta.

11. Torta de amora com chocolate branco

Se você não abre mão do chocolate na sobremesa, é só seguir essa receita. O chocolate branco será utilizado no recheio com as amoras, o creme de leite, o leite e o leite condensado. A torta possui uma massa fácil e será coberta com claras em neve açucaradas.

12. Torta de amora com creme de leite

Aqui, o creme de leite será utilizado para dar cremosidade ao recheio e suavizar a massa. No recheio, o sabor da amora fica bem equilibrado, pois elas também serão misturadas com leite condensado. O resultado fica incrível e o visual, bem atrativo!

13. Torta de amora fit

Essa versão fit poupa calorias, mas não abre mão do sabor. A massa é preparada com ovos, água, farinha de linhaça, farelo de aveia, azeite, sal, açúcar mascavo e fermento. Já para o recheio, você vai precisar de amoras, água, limão, canela e açúcar mascavo.

Com essa seleção incrível, dá para se aventurar sem medo no ramo da confeitaria. E, se a galera gostou da combinação de massa com recheios docinhos, confira estas receitas de torta de maçã para também fazer bonito na próxima vez!

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