atriz afirma ter sofrido pressão para rotular sua sexulidade

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atriz afirma ter sofrido pressão para rotular sua sexulidade

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A atriz e modelo Kristen Stewart para o Calendário Pirelli 2020

Paolo Roversi/via REUTERS

De Splash, em São Paulo

07/10/2020 16h38

Kristen Stewart revelou que, mesmo quando já aparecia em público com sua namorada, se sentia pressionada a rotular sua sexualidade, em conversa com Clea DuVall (diretora do seu próximo filme) para a InStyle.

Eu sentia mais quando era mais jovem, quando era pressionada para me rotular. Não tive nenhuma reserva em mostrar quem eu era. Eu saía todos os dias sabendo que seria fotografada enquanto estivesse sendo carinhosa com minha namorada, mas não queria falar sobre isso.

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Kristen conta que, quando jovem, era mais cautelosa com relação à sua vida pessoal e evitava ao máximo ser fotografa para não perder sua intimidade.

A primeira vez que namorei uma garota, imediatamente me perguntaram se eu era lésbica. E é tipo, ‘Deus, tenho 21 anos’. Não porque tivesse vergonha de ser abertamente gay, mas porque não gostava de me entregar ao público, de certa forma.

Então eu acho que a pressão adicional de representar um grupo de pessoas, de representar o queer, não foi algo que eu entendia então. Só agora posso ver.

A estrela de “Crepúsculo” e “Na Natureza Selvagem” se define como queer e afirmou que, na época, não sentia que a pressão vinha de dentro da comunidade.

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Senti uma pressão enorme, mas não foi colocada sobre mim pela comunidade. As pessoas estavam vendo aquelas fotos e lendo esses artigos e dizendo: ‘Ah, bem, eu preciso ser visto.’

Kristen Stewart viverá uma protagonista lésbica de “Happiest Season”, dirigido por Clea DuVall (famosa pelas usas atuações em “Heroes” e “Carnivale”), com estreia prevista para 25 de dezembro.

Será a primeira personagem queer feita por Kristen depois que ela se declarou queer. “Acho que é importante assumirmos funções diferentes e no lugar de outras pessoas para realmente nos expandirmos, embora nunca ocupando espaço de pessoas que deveriam estar contando suas próprias histórias”, lembra.

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Sou atraída por histórias e pessoas por um motivo e acho que, por padrão, represento o que defendo.

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