A vocação também é construída?

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Você considera a vocação algo inato? Algumas pessoas nascem com uma série de habilidades que lhes permitem ser competentes em determinadas profissões. Por exemplo, alguém com a facilidade de transmitir de forma clara e simples diferentes conceitos relacionados a um assunto, permitindo assim que outros os assimilem melhor, pode se tornar um grande professor.

No entanto, existem pessoas para as quais é impossível encontrar uma vocação? A resposta é “não”, pois como veremos a seguir, a vocação também pode ser construída. Esta ideia coloca um ponto de interrogação no horizonte: o que realmente é a vocação?

Segundo o trabalho de pesquisa Origen y configuración de la vocación docente: análisis de la asociación “La tribu educa”“a vocação é a inclinação que o indivíduo manifesta para uma profissão ou para uma carreira específica”. Apesar disso, as habilidades para executá-la nem sempre estarão disponíveis. Portanto, elas devem ser adquiridas e trabalhadas.

Construindo a vocação

Podemos não nos identificar com nenhuma das opções acima. Talvez não tenhamos nascido com uma série de habilidades que nos permitam encontrar a nossa vocação, num ambiente que a tenha favorecido, ou não tenhamos acesso para adquirir as competências de que não necessitamos. O que acontece nessas circunstâncias? Estamos destinados a trabalhar em algo de que não gostamos?

Talvez o nosso trabalho atual não nos satisfaça, mas o mantemos porque precisamos do dinheiro. Pode ser qualquer tipo de profissão, como limpeza, trabalhar em uma seguradora, ser operador de telemarketing, trabalhar como gerente em uma empresa… O fato de não gostarmos do trabalho pode nos deixar desmotivados e sem vontade de dar o melhor de nós mesmos. No entanto, isso pode mudar.

“A tragédia consiste em não ter um objetivo a alcançar”.
– Benjamin Mays –

Mulher estressada no trabalho

Melhore as suas habilidades

Uma das melhores maneiras de começar a construir a sua vocação é aprimorar as suas habilidades fazendo um curso ou inscrevendo-se em um seminário. Existem empresas em que determinados incentivos são fornecidos aos trabalhadores que progridem no seu trabalho. Isso pode ser feito com um aumento de salário, uma oportunidade de promoção dentro da empresa ou com treinamentos cujos custos são pagos pela instituição.

O fato de percebermos que estamos nos tornando melhores profissionais e tendo melhores resultados no trabalho pode nos fazer gostar do que fazemos. Não importa se o trabalho é traduzir textos ou atender os clientes que entram em um restaurante. Em todos os casos, a vocação pode ser construída.

Tenha orgulho do seu trabalho

Este é outro ponto que nos levará a melhorar ou aperfeiçoar as habilidades que temos. Conforme descobrimos que somos mais eficientes em nosso trabalho, mais produtivos e até criativos, nos sentimos mais orgulhosos do que estamos fazendo. Aos poucos, o nosso interesse aumenta e esquecemos aquele desinteresse que sentíamos no início.

Uma consequência positiva disso é que obtemos um incentivo a mais para sentir que conseguimos construir a nossa vocação: o reconhecimento. Um reconhecimento que receberemos de outras pessoas e que será uma confirmação de que estamos atingindo os nossos objetivos.

“A vocação é a espinha dorsal da vida”.
– Nietzsche –

Mulher feliz no trabalho

Dedique cinco minutos para construir a sua vocação

Construir a nossa própria vocação pode não ser uma tarefa fácil. Nestes casos, o próprio trabalho de busca pode se tornar um desafio. Por outro lado, quem tem a vocação “padrão” pode pular esta etapa, mas também deve treinar, aperfeiçoar as suas habilidades e, às vezes, enfrentar processos seletivos (como concursos) que podem causar muita frustração.

No entanto, em vez de “jogar a toalha” ou repetir constantemente “não consigo”, vamos começar por dedicar cinco minutos por dia para aprender a melhorar o nosso rendimento no trabalho; algo novo que nos permita aspirar a uma posição superior ou, simplesmente, absorver informações que nos permitam aprimorar uma habilidade. Todos nós temos cinco minutos por dia que podemos dedicar à construção da nossa vocação. Portanto, não há desculpas. Você sempre soube qual era a sua vocação ou, pelo contrário, teve que construí-la?

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