A liberação às armas e o mal que os puxa-sacos fazem ao país

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“O povo está vibrando”, disse recentemente o presidente Jair Bolsonaro em relação aos decretos por ele assinados sobre a liberação das armas no país. Embora exista um número crescente de brasileiros que se interessam por revólveres, rifles e congêneres, ainda não estamos em uma situação em que um cidadão comum, no metrô, vira para o vizinho e pergunta casualmente: “Sua pistola é uma Glock, Luger ou Beretta?”.

Ou seja, dificilmente a maioria da população vibrará apenas porque há mais liberdade para comprar armamentos.

Bolsonaro tirou essa frase de sua própria cabeça? Não necessariamente. Mas é o que ele escuta frequentemente de seus auxiliares mais próximos, de seu círculo familiar e dos seguidores que o cercam em diversas aparições públicas. Em suma: dos puxa-sacos.

Duvidar dos bajuladores é uma tarefa hercúlea – e esse é um desafio que atinge não apenas presidentes da república ou governadores de estado. Muitos CEOs e vice-presidentes de empresas também estão sujeitos a conviver com a adulação descarada. Em suma, qualquer um que detenha poder ou dinheiro estará à mercê do puxa-saquismo.

Quem ocupa o terceiro andar do Palácio do Planalto, no entanto, terá sempre de conviver com os chamados lambe-botas. É algo tão inevitável quanto a morte ou os impostos e pode ocorrer a qualquer mandatário, independente do regime em vigor.

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