50 startups: Celcoin ajuda bancos e fintechs a navegar pelo open banking

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Esta reportagem faz parte da série “50 startups que mudam o Brasil”, publicada na EXAME. Conheça as demais empresas selecionadas

As startups provaram que é possível descentralizar o concentrado sistema bancário brasileiro. Unicórnios brasileiros como Nubank e Creditas, por exemplo, conquistaram clientes com atendimento melhor e explorando brechas de mercado. A tendência é que nos próximos anos surjam ainda mais startups como essas. Isso porque o Banco Central está modernizando o mercado, colocando no ar iniciativas como o Pix e o open banking. Ao facilitar as transferências financeiras e o compartilhamento de dados entre instituições diferentes, o BC incentiva que novas fintechs e empresas de fora do setor financeiro disputem espaço no mercado e atuem como “pequenos bancos” para seus clientes.

Mas para que isso aconteça é necessário que elas consigam acessar o sistema financeiro. O pulo do gato é que já tem um grupo de empresas preparadas para vender essa infraestrutura, em um modelo batizado pelo mercado de “bank as a service” (ou banco como serviço, em português). Uma dessas startups é a Celcoin, que captou um aporte de 23 milhões de reais em 2020, liderado pela Vox Capital, com participação do boostLAB, hub de negócios do BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME), para reforçar seu sistema antes do lançamento do open banking.

A fintech, fundada em 2016 por Adriano Meirinho e Marcelo França, já trabalha oferecendo serviços financeiros para 130 companhias, entre elas grandes bancos e unicórnios do mercado. A empresa é dona de um conjunto de conexões com órgãos públicos, concessionárias de água e energia elétrica e operadoras de telefonia móvel. Com isso, ela permite que seus clientes corporativos ofereçam aos consumidores a possibilidade de pagar contas, por exemplo.

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