10 Produtos que não vale a pena comprar só pelo preço, ainda que pareçam uma pechincha

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Diz o ditado que o barato sai caro. Isso porque, geralmente, aquilo que parece inicialmente uma pechincha costuma ser uma estratégia de fabricantes que usam ingredientes ou materiais de má qualidade. No fim das contas, a surpresa (que nem é tão grande assim) cai no colo do consumidor, pois é ele quem precisará lidar com itens defeituosos ou até mesmo perigosos

Nós, do Incrível.club, não queremos que você seja a próxima vítima de uma dessas surpresas, nem que passe maus momentos por conta delas. Por isso, preparamos este post mostrando objetos que é melhor não comprar em lojas de artigos baratinhos. E depois de conferir cada um deles, você pode colaborar indicando outras coisas que não valem a pena ser adquiridas em sua versão mais barata.

1. Brinquedos de baixa qualidade

Comprar brinquedos sem as devidas etiquetas informativas pode representar um risco para a segurança e a saúde. Artigos infantis precisam indicar medidas de precaução a acidentes e também atestar a qualidade do produto adquirido. O problema é que itens que não seguem padrões de qualidade costumam conter materiais tóxicos, como o chumbo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, este material é usado em muitos brinquedos, entre eles aqueles que são pintados à mão.

Crianças pequenas que são expostas a este material são especialmente vulneráveis a seus efeitos prejudiciais. O chumbo pode afetar o desenvolvimento do cérebro, o que tende a implicar na redução do quociente intelectual, em mudanças de comportamento — por exemplo, diminuição da capacidade de concentração e no aumento de atitudes antissociais — e em um menor rendimento escolar.

A exposição ao chumbo tem o potencial de causar ainda anemia, hipertensão, disfunção renal e toxicidade reprodutiva. Acredita-se que os efeitos neurológicos e comportamentais associados a esse elemento sejam irreversíveis.

2. Maquiagem

Pode ser difícil resistir à tentação de levar para casa uma versão barata de um produto renomado. Entretanto, é preciso redobrar a atenção nesses casos, já que você poderá estar adquirindo uma linha de maquiagem falsificada, contendo altos níveis de bactérias e resíduos animais. Diferentemente das marcas originais, as empresas que fabricam produtos falsos não atuam sob supervisão sem regulação.

Mesmo em se tratando de produtos autênticos e de marcas famosas, é bom desconfiar se estiverem com o preço muito baixo. Nesses casos, há uma chance de o cosmético ser velho e estar com o prazo de validade vencido. Especialistas recomendam comprar esse tipo de item em lojas confiáveis e em redes de varejo autorizadas. E, ainda assim, é crucial conferir os preços, a embalagem e a qualidade do produto para evitar irritações na pele, cicatrizes, queimaduras e outros problemas parecidos.

3. Carregadores USB

As marcas respeitadas usam um circuito integrado que serve para controlar o processo de carregamento da bateria. Já os modelos baratos substituem tal circuito por um de baixa qualidade, com potencial para provocar diversos problemas.

Outro inconveniente é que a voltagem diminui à medida em que a carga aumenta. E, por não ter energia suficiente, o celular demora mais para ser carregado. Porém, o mais importante para ter em mente é o fato de que esses carregadores não levam em conta os padrões de segurança. Como possuem centenas de volts internamente, é fundamental que esses dispositivos contem com um isolamento correto, pois do contrário podem provocar danos ao celular e, obviamente a quem estiver usando o aparelho. O perigo mais comum é que o carregador queime e acabe inutilizando ou comprometendo a garantia do telefone.

Antes da compra, é preciso prestar atenção às especificações, assim como ao certificado de segurança e à marca.

4. Luzes de Natal

Quando se trata de artigos de decorações natalinas, como as luzes, o ideal é comprá-los em locais que garantam sua procedência. Assim, você minimiza bastante os riscos de sofrer com choques elétricos ou até mesmo incêndios.

Ao comprar luzes natalinas, é necessário procurar uma marca que traga na embalagem inscrições a respeito do certificado de segurança, geralmente emitido pelos órgãos de proteção aos direitos do consumidor em cada país. A presença da normativa oficial indica que o produto foi submetido a testes e que ele atende a certos requisitos para que fosse considerado seguro.

5. Brinquedos para pets

De maneira geral, as versões mais baratas são feitas de uma borracha bem fina. Mas como os cães costumam morder vigorosamente, podem acabar engolindo brinquedos inteiros, grandes pedaços deles ou peças metálicas que podem estar dentro do objeto.

recomendável é investir em bolas e brinquedos mastigáveis feitos em borracha rígida. Muitos modelos permitem a introdução de petiscos, o que deixa o cachorro entretido por muito tempo.

6. Óculos de sol

Alguns modelos podem até ter um design bacana, mas talvez não cumpram o principal objetivo, que é o de proteger os olhos da radiação ultravioleta emitida pelo sol. A maioria dos óculos baratos permite a passagem dos raios UV, sem falar que a tinta usada nas lentes provoca dilatação das pupilas, uma vez que elas recebem menos luz.

Assim, apesar de ser possível aumentar o nível da claridade visual e eliminar os reflexos, essa exposição adicional aos raios ultravioleta aumenta o risco do surgimento de catarata, degeneração macular e até de melanoma ocular, tipo pouco comum de câncer.

Não estamos dizendo que é preciso gastar muito dinheiro em óculos escuros. O que recomendamos é que você confira atentamente a etiqueta para ter certeza de que o acessório garante máxima proteção UV. O mesmo vale para a cor e a tinta usadas nas lentes, assim como para o revestimento utilizado.

7. Fones de ouvido sem fio

Fones de ouvido sem fio são cada vez mais populares, principalmente por eliminarem os incômodos cabos que se enrolam e prendem em tudo. Mas essa tecnologia significa a presença de baterias. Geralmente, elas são de íons de lítio, ou seja, são espécies de pilhas recarregáveis que armazenam energia elétrica e que são combinadas quimicamente para produzir e transportar energia.

Por conta disso, é melhor evitar os fones baratos e genéricos. Para manter o baixo custo, eles costumam ter baterias e carregadores de baixa qualidade. E o que pode acontecer de ruim? Diante de um mau funcionamento, o material usado no fone tende a se expandir. A longo prazo, isso pode provocar uma explosão ou mesmo um incêndio. Se seus fones sem fio apresentarem algum tipo de inchaço, será preciso descartá-los de forma segura.

8. Multivitamínicos

maior parte desses produtos é feita com material de baixa qualidade. E, em vez de ajudar, tanto os ingredientes incorretos quanto a sobredose de vitaminas e minerais desnecessárias podem ficar acumulados no organismo, intoxicando-o. Sem falar que muitos multivitamínicos baratos contêm corantes, aditivos ou conservantes adicionados à fórmula. Quanto mais elevado o nível de substâncias como aglutinantes, menos vitaminas, minerais, ervas medicinais e outros nutrientes e suplemento terá.

O preço dos suplementos de alta qualidade tem a ver com gastos de marketing, mas também com a pesquisa científica necessária, algo que deve vir em primeiro lugar quando se trata de saúde. Assim, antes de tomar qualquer multivitamínico ou suplemento, converse com seu médico ou com um especialista capaz de atestar a segurança do produto.

9. Mamadeiras

O mais barato provavelmente não será a melhor escolha em se tratando de um objeto que o bebê levará à boca, já que nesses casos não há como atestar a qualidade dos materiais usados no produto. Talvez exista algum elemento químico tóxico ou o produto tenha um design que dificulta sua utilização. Diversos estudos já apontaram que algumas mamadeiras de plástico possuem bisfenol A, substância potencialmente tóxica.

Logo, o ideal é apostar em mamadeiras de vidro ou de plástico resistente a altas temperaturas e livres de bisfenol A. Segundo especialistas, são indicados apenas os modelos de plástico que indiquem os números 1 (Politereftalato de etileno, ou PET), 2 (Polietileno de alta densidade, ou HDPE), 4 (Polietileno de baixa densidade) e 5 (Polipropileno, ou PP) e evitar os números 3 (Policloreto de vinila, ou PVC), 6 (Poliestireno, ou PS) e 7 (Policarbonato, ou PC).

10. Cílios postiços

Quando aplicados corretamente por um profissional capacitado e gabaritado, os cílios postiços ajudam a melhorar a aparência natural. Mas quando aplicados incorretamente ou com um adesivo inadequado, eles podem causar desde inflamações na pálpebra e conjuntivite até danos na córnea.

Que objetos ou artigos de uso cotidiano você evita comprar nas versões mais baratas por não sentir a confiança necessária? Deixe seu comentário!

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